domingo, 16 de julho de 2017

Lasier conclui relatório que moraliza uso do cartão corporativo.

Está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça o relatório do senador Lasier Martins (PSD-RS) favorável ao projeto que reforça o rigor no uso de cartões corporativos pelo governo federal. O PLS 84/2016 fixa limites e faz divulgação online dos gastos. O texto também proíbe saques e acréscimos a valores comprovados de despesas. Atualmente inexiste restrição, dando margem a abusos. 
O senador mandou dizer ao editor que o uso dos cartões corporativos é abusivo, citando este dado:
- Entre 2003 e 2015 os pagamentos com cartões corporativos alcançaram R$ 615 milhões, 95% dos quais com despesas sigilosas.          
Pela proposta, nome e matrícula do portador do cartão serão identificados na internet, bem como data e montante do gasto. O total das despesas no exercício será publicado, mensalmente, por unidade gestora. O projeto também limita o valor da compra de produtos e serviços por órgão a pouco mais de R$ 6 mil mês. 

·         *Via polibiobraga

sábado, 15 de julho de 2017

Lula e Temer entram na História do país sob o manto da corrupção


O Brasil vive hoje momento inédito em sua História. Um ex-presidente da República acaba de ser condenado por corrupção passiva e o atual está sendo investigado também por corrupção. As dúvidas que pairam no ar nos dois casos são: O Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4) irá confirmar a condenação de Lula e ele se tornará inelegível? Quando isto irá acontecer? Ou nada disso acontecerá? Todo Brasil quer saber, tanto os que apoiam o líder petista como os que lhes são contrários. Uma enorme quantidade de juízes poderá ser chamada a interferir no assunto, num total de 14. Os magistrados da 8ª Turma do TRF-4 têm fama de terem a mão bastante pesada, principalmente em casos de corrupção, destacando-se o desembargador Gebran Neto relator do processo da Operação Lava-Jato do TRF-4 por ser bastante rigoroso, com elevado índice de pareceres recomendando a condenação dos réus.
Além desses, também a 8ª Turma do Superior Tribunal de Justiça tem mais ministro para participar do processo. Quanto ao presidente Michel Temer, a situação aparenta ser mais tranquila porque na 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) estão os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Gilmar Mendes, com o ministro Edson Fachin como relator, onde tudo pode acontecer pelo que já se conhece de alguns deles. Seja qual for o resultado final de tudo isso, mesmo com Lula podendo concorrer em 2018, a biografia dos dois terá sempre como primeiro capitulo as acusações de corrupção.   

domingo, 9 de julho de 2017

O constrangedor retorno de Aécio Neves.




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O discurso de Aécio Neves na sua volta ao Senado, após o afastamento de 46 dias, foi anunciado como uma volta triunfal. 
Mas o desfecho foi o anticlímax. Nada de plenário lotado para prestigiá-lo, muito menos claque nas galerias para aplaudi-lo, nem mesmo discursos acalorados da oposição questionando as palavras do senador. Aécio Neves discursou para apenas 10 colegas, nem todos os senadores tucanos foram dar-lhe força e os adversários políticos nem se deram ao trabalho de rebatê-lo. 
Foi tratado como "cachorro morto" pelos colegas. Quanto ao teor do pronunciamento muito blablablá sobre ter sido vítima de uma "armação" e um único pedido de desculpas, pelos palavrões que falou ao telefone, nas conversas gravadas pela Polícia Federal. Foi constrangedor.  

sábado, 1 de julho de 2017

14 pontos desconhecidos sobre os índios brasileiros.

Eles não dormem em ocas, aproveitam a eletricidade e falam português. Dados revelados pelo IBGE mostram o retrato do índio brasileiro hoje (Marco Prates, "Revista Exame", 10-8-12).
A mais atualizada pesquisa sobre a população indígena do Brasil, divulgada pelo IBGE, mostra números que revelam um panorama bem diferente do que os portugueses encontraram aqui em 1500.
Mais de um terço dos índios vive em áreas urbanas e quase ninguém dorme dentro de ocas ou malocas. Alguns se declaram índios, mas não sabem a que etnia pertencem.
Confira abaixo os destaques das informações obtidas a partir do Censo 2010:
1) Existem 896,9 mil indígenas no País.
Em 1500, estimativas de historiadores é de que esse número seria de até cinco milhões.
2) Um em cada três vive em áreas urbanas
O IBGE descobriu que 36,2% da população indígena reside em área urbana e 63,8% na área rural. Entre as regiões, o maior contingente fica na região Norte, com 342,8 mil indígenas, e o menor no Sul, com 78,8 mil.
3) O português domina
Dos indígenas com cinco anos ou mais de idade, 37,4% falam uma língua indígena, enquanto 76,9% falam português. Fora das terras demarcadas em todo o território nacional, somente 12,7% falam alguma língua indígena.
Entre aqueles com mais de 50 anos de idade dentro das terras demarcadas, quase 98% não falam português.
4) Quase 80 mil deles não se declaram índios
Pela primeira vez, o IBGE contou não somente as pessoas que se declararam indígenas, mas também as que, apesar de viverem em áreas demarcadas e se considerarem indígenas em termos de tradições e costumes, declaravam-se de outra cor ou raça. 78,9 mil indígenas foram contados assim, sendo que 70% desses se declaravam pardos.
5) São 305 etnias que falam 274 línguas
Pela primeira vez, o IBGE contabilizou estes números.
6) Parte deles não sabe a que etnia pertence
Exatos 147,2 mil índios (16,4%) não souberam dizer a que etnia pertenciam. Outros 6% não declararam.
7) Eles detê m 1/8 do território brasileiro
O território demarcado está dividido em 505 terras identificadas, que totalizam 106,7 milhões de hectares (12,5% do Brasil), concentrados na Amazônia Legal. Dessas, 291 têm populações em que vivem entre cem e mil índios.
8) Os Tikúna são os mais numerosos
Com 6,8% do total de índios (46,1 mil), os Tikúna constituem a etnia mais numerosa do País, seguidos pelos da etnia Guarani Kaiowá, com 43,4 mil. Considerando os que vivem em uma mesma terra, porém, a liderança é dos Yanomámis, que totalizam 25,7 mil pessoas em área nos estados do Amazonas e Roraima.
9) População jovem
No Brasil, 22,1% da populaç ão em geral tem entre 0 e 14 anos. Já na população indígena, quase metade (45%) tem esta idade.
10) Mais da metade deles não ganha nada
Quando se trata de rendimentos, 52,9% dos índios não recebem nada, proporção ainda maior nas áreas rurais (65,7%). O IBGE ressalta, no entanto, que esta informação é de difícil mensuração, pois muitos trabalhos são feitos coletivamente e a relação com a terra tem enorme significado, sem a noção de propriedade privada.
Na região Norte, por exemplo, 92,6%, das pessoas indígenas de 10 anos ou mais recebiam até um salário mínimo ou não tinham rendimentos.
11) Quem mora em oca ou maloca é minoria
Pr edominam as casas. Somente 12,6% dos domicílios são constituídos por "ocas ou malocas", que não são muito comuns nem nas terras indígenas, onde representam apenas 2,9% de todos os domicílios das 505 terras. Em 58,7% desses locais, elas não foram nem sequer observadas.
12) Três em cada quatro deles são alfabetizados
Entre 2000 e 2010, a taxa de alfabetização dos indígenas com 15 anos ou mais de idade (em português e/ou no idioma indígena) passou de 73,9% para 76,7%. Hoje, o índice nacional, considerando índios e não índios, é de 90,4%.
13) Sem registro
A proporção de indígenas com registro de nascimento (67,8%) é menor que a de não indígenas (98,4%).
14) Apenas 10% deles vivem no escuro
A energia elétrica de companhia distribuidora ou outras fontes, dentro das terras indígenas, chega a 70,1% dos domicílios. Considerando o total de terras indígenas, apenas 10,3% não tinham qualquer tipo de energia elétrica.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Danilo Gentili não perdoa: bate no Jean Wyllys.

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Conselheiro dos Direitos Humanos que recebia dinheiro do PCC para atacar Polícia é condenado.

Luiz Carlos dos Santos pegou 16 anos por ajudar bandidos dentro do Condepe/SP
Na primeira sentença decorrente de uma grande operação contra o Primeiro Comando da Capital, o PCC, a Justiça de São Paulo condenou Luiz Carlos dos Santos, ex-vice-presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana do Estado de São Paulo, o Condepe, a 16 anos e dois meses de prisão. Santos é acusado dos crimes de corrupção passiva e ativa por cooperar com a principal facção criminosa do país. De acordo com a sentença dada nesta terça-feira (27), o então conselheiro do Condepe recebia uma mesada de R$ 5 mil para realizar falsas denúncias de violência promovidas por membros do estado, além de influenciar autoridades, como juízes e desembargadores. A Polícia Civil aponta que, no total, ganhou R$ 130 mil.
A ligação de Santos com o PCC foi revelada em novembro do ano passado durante a Operação Ethos, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo. Essa investigação descobriu que, nos últimos anos, a facção criminosa criou mais um braço em sua estrutura hierárquica para dar suporte a seus negócios no narcotráfico: a célula R, ou Sintonia das Gravatas, formada essencialmente por advogados. Por circular livremente pelos presídios, eles funcionavam como canal de comunicação entre as lideranças da facção encarceradas e os membros soltos. Além da defesa jurídica dos criminosos, eles eram encarregados de pagar propina a autoridades e se infiltrar em órgãos de direitos humanos. Em dezembro passado, a Polícia Civil de Presidente Venceslau pediu a prisão de 54 advogados. A sentença de hoje condenou quatro deles.
A ideia de aliciar Santos, do Condepe, foi de Valdeci Francisco Costa, o criador da célula R. Bacharel em Direito, Costa passou quase dez anos na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. Saiu em 2015 com a missão de idealizar a estrutura de conexão do PCC com o mundo jurídico. Santos respondia diretamente para Costa: enviava relatórios semanais com os encaminhamentos a denúncias formuladas por presos da facção contra a polícia, em sua maioria falsas. Os textos eram repassados via Telegram, um aplicativo de troca de mensagens mais seguro do que o concorrente, o WhatsApp. Segundo Santos, a intenção do grupo era que ele fizesse uma denúncia à Corte Interamericana de Direitos Humanos, da Organização das Nações Unidas (ONU), sobre a má qualidade da alimentação servida no sistema penitenciário paulista.
Santos foi cooptado por dois dos advogados denunciados pelo Ministério Público: Vanila e Davi Gonçalves. Em seu depoimento, afirmou que ambos pediam insistentemente a ajuda dele para integrar o Condepe. Santos recusou, mas ofereceu em troca carteiras falsas que os identificariam como integrantes do conselho. Com eles, e em nome do Condepe, Santos chegou a organizar manifestações nas cidades de São Paulo e Praia Grande. Acabaram pegos antes. Assim que foi descoberto, Santos foi afastado do órgão, vinculado à Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo. Está preso desde novembro na Penitenciária I de Presidente Venceslau.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

A juventude e a militância esquerdista.

Um fenômeno recente na internet brasileira são as piadas com as mudanças que os jovens sofrem após entrarem na universidade. A página de Facebook “Antes e depois da Federal”, recorrentemente deletada pela administração da rede social, em sua maior dimensão teve quase 300 mil seguidores e retrata casos que beiram quase a insanidade, em que adolescentes aparentemente normais e bem integrados se tornam figuras estranhas, caricatas ou simplesmente bizarras ao entrar em contato com o mundo da militância esquerdista nas universidades públicas brasileiras.
Esse fenômeno das mudanças radicais dos jovens nas universidades não é exclusivamente brasileiro. Embora as piadas tenham sido uma invenção legitimamente tupiniquim, rapidamente o fenômeno se alastrou nos Estados Unidos e na Inglaterra, à medida que as eleições desses países mostraram uma presença significativa de jovens de aparência, sexualidade e ideias confusas se manifestando como militantes radicais de esquerda.
Esses jovens, pejorativamente apelidados de “guerreiros da justiça social” (Social Justice Warriors, no jargão da língua inglesa), se tornaram notórios pela defesa de ideias extremistas no âmbito da esquerda, negando não apenas os valores da sociedade, mas até mesmo a realidade objetiva, alegando ser esse um esforço para tornar a sociedade “mais justa”.
Mais recentemente, eles se destacaram por cometer ações violentas contra oradores e palestrantes pró-Trump em universidades nos Estados Unidos, e pelo seu apoio massivo à candidatura do radical socialista Jeremy Corbyn nas eleições britânicas – um candidato notório por defender a imigração desenfreada de muçulmanos radicalizados religiosamente provenientes de zonas de conflito, uma ressindicalização dos ambientes de trabalho britânicos que levaria a Inglaterra de volta para os anos 1970, e pesados aumentos de impostos sobre a maioria da população britânica para bancar tudo isso.
“O socialismo dá aos jovens a ideia de que eles podem continuar sendo tutelados por alguém – agora, o Estado – que os protegerá das decisões difíceis e das adversidades da vida”
Mas o que explica essa relação tóxica dos jovens com o socialismo? Simples: a hegemonia da esquerda não só nos meios de imprensa, mas também nos meios educacionais em que essa hegemonia é tamanha que não é anormal um estudante passar por todo o processo desde a educação básica até as universidades sem nunca sequer ter tido contato com qualquer professor que não fosse abertamente um defensor do socialismo.
No caso britânico, em que a imprensa é pesadamente regulada e controlada pelo governo e em que as escolas institucionalmente utilizam livros didáticos que promovem uma agenda politicamente correta, essa situação torna-se ainda mais agravada. E isso, é claro, tem seus reflexos eleitorais.
Os Millennials, como são conhecidos aqueles nascidos entre 1985 e 1995, são fruto de duas décadas de uma criação em que os valores ensinados não são aqueles de seus pais, mas aqueles de seus professores e de suas escolas. Cabe lembrar que é justamente essa geração a que teve o menor contato com a própria família, muitas vezes sendo chamada de “Daycare generation” (“Geração da Creche”) por ter sido, nos EUA, uma geração cujos pais massivamente colocavam seus filhos em creches desde muito cedo na infância, assim reduzindo muito o contato deles com seus pais.
É uma geração que, majoritariamente, cresceu insulada dos seus próprios pais e de quaisquer valores que não fossem aqueles de uma instituição dedicada a “cuidar” deles e “fornecer” aquilo que eles “precisavam”. No começo de suas vidas, essa instituição era a creche, que cuidava deles e fornecia alimento. Ao avançarem para a adolescência, essa instituição passou a ser a escola e a universidade – e hoje, nos Estados Unidos, as universidades cada vez mais se parecem com creches do que propriamente com instituições de ensino, tornando-se muitas vezes infames por práticas como a criação de safe spaces (basicamente, um local onde o jovem adulto se refugiaria para estar seguro contra coisas que pudessem lhe ofender – como opiniões diferentes da dele ou desafios que a vida pudesse lhe propiciar) ou de manuais de conduta regulando o que os estudantes poderiam ou não falar com seus colegas.
Não é estranho e nem anormal pensar que essa geração que cresceu sob a eterna vigilância e “cuidado” de uma autoridade incutiu tais valores, e hoje se vê dependente dessa figura do “cuidador”. É nisso que o socialismo se torna tão atraente para esses jovens. Quando um jovem americano ou britânico vota em um socialista como Bernie Sanders ou Jeremy Corbyn, ele não está apenas fazendo uma opção política. Ele está buscando aquilo que durante toda a sua vida ele teve e que agora, na fase adulta, lhe foi tirado abruptamente: um cuidador. O socialismo fornece isso para essas pessoas. Ele dá a esses jovens a ideia de que eles podem continuar sendo tutelados por alguém – agora, o Estado – que, então, os protegerá das decisões difíceis e das adversidades da vida.
Quando esse jovem vota na esquerda, ele quer um Estado que o proteja das “opiniões malvadas” daqueles que discordam dele. Ele quer um Estado que o proteja dos “patrões exploradores” que insistem que não existe o almoço grátis que eles antes ganhavam na cantina da escola. Ele quer um Estado que garanta que, se ele adoecer, haverá um médico que lhe atenda de graça e lhe faça lembrar da enfermeira da escola que lhe atendia quando ele se machucava no parquinho. Ele quer, em suma, alguém para nutrir a figura paterna que eles não tiveram, e que durante toda a sua juventude sempre foi substituída por uma organização parecida com a do Estado. E, como solução mágica para esse problema, a esquerda lhes oferece o que eles mais desejam: um Estado-babá.


*Por Rodrigo Neves, bacharel em História e em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade de São Paulo.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Os terroristas da oposição buscam cadávares.

Caros amigos
É impossível avaliar o grau de mau-caratismo e de irresponsabilidade da chamada "oposição ao governo", quando, na realidade, são opositores do Brasil e promotores do caos!
O que teria levado a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF) a "acreditar" que uma manifestação convocada por deputados e senadores que querem a volta de Lula ao poder e organizada por sindicatos, de quaisquer matizes, pudesse ser pacífica?
Seja qual for a resposta, o resumo só pode ser chamado de irresponsabilidade por incompetência ou por conivência! E isso é crime, na medida em que teve como consequências, intencionais ou não, atentados à integridade física de Policiais, depredação do patrimônio público, risco às vidas dos cidadãos que trabalham na Esplanada dos Ministérios, dos idiotas úteis que vieram a Brasília engrossar o caldo da baderna anunciada e dos próprios terroristas, amputados pela inépcia pessoal!
A simples prisão de operadores do terrorismo durante a ação não coíbe o crime ou disciplina as manifestações, mas a identificação preventiva dos líderes pela inteligência policial e a sua responsabilização por todas as consequências do atentado à ordem pública, sim.
500 ônibus de bandidos e de idiotas úteis juntaram-se aos residentes em Brasília sem que a SSP/DF tomasse providências efetivas para controlar ou impedir essa aproximação de meios! Repito, incompetência ou conivência?
Aos deputados e senadores, do PT e de seus aliados, patrocinadores do agravamento do caos, é importante que se diga que "o quanto pior só será melhor" enquanto o restabelecimento da ordem não estiver a cargo da tropa que evita o contato físico, não usa cassetetes, balas de borracha, spray de pimenta, granadas de gás lacrimogênio ou de "efeito moral".
Essa tropa não conhece derrota! É a ela que a sociedade delega o emprego da violência legal e legítima para defendê-la, externa e internamente, quando os outros meios falharem. Ela é adestrada e equipada para dissuadir pela letalidade!
A reação de pavor desses congressistas à simples notícia da mobilização dessa tropa demonstra que eles conhecem o perigo. Resta saber até onde vai o seu mau-caratismo, a sua irresponsabilidade e a sua vontade de produzir cadáveres de inocentes úteis.
*Paulo Chagas - General de Brigada   

*Via vindodospampas.blogspot