segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Palocci preso. Vai abrir o jogo?

Palocci, o santo multiplicador de fortunas, está preso. Será interrogado pela Polícia Federal, pela Receita Federal, pelo Ministério Público e, finalmente, cara a cara com Sergio Moro.
Conhecido por não confessar e nada falar, Palocci se verá diante de indícios e provas muito consistentes.
A exemplo de Zé Dirceu, ou Palocci abre o jogo ou será condenado a muitos anos de prisão, por diversos crimes.

sábado, 17 de setembro de 2016

Mais uma gráfica fantasma?

A Justiça Eleitoral do Rio investiga uma "gráfica" que teria feito a impressão de 400.000 panfletos, 20.000 santinhos e 350 adesivos do candidato à prefeitura carioca Marcelo Crivella, informa o Globo.
Os fiscais foram a campo e não encontraram nada -- nem sede, nem máquinas, nem funcionários -- e agora suspeitam de que se trata de mais uma gráfica fantasma e de caixa 2.

A campanha de Dilma fez escola.(( O Antagonista)

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Black Blocs a serviço do PT que estão causando destruição nas ruas deveriam ser enquadrados na lei antiterrorismo.


Black Blocs a serviço do PT que estão causando destruição nas ruas deveriam ser enquadrados na lei antiterrorismo. Os atos de vandalismo e destruição estão sendo observados em diversas cidades do país, em especial no centro de SP.


Desde o fim do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, Black Blocs a serviço do PT começaram a causar disturbios e praticar atos de vandalismo e destruição em diversas cidades do país. Ruas foram trancadas com fogo, viaturas foram destruídas, houve conflito com a polícia. O objetivo é claro: conseguir o derramamento de sangue que servirá para embasar a narrativa política.
O Brasil tem uma lei antiterrorismo em vigor. É preciso aplicá-la contra esses gorilas que tem querem destruir a nossa democracia e que não se submetem ao nosso aparato legal. É óbvio que se trata de uma ação premeditada com o intuíto de causar instabilidade no país. Não é apenas questão de usar a força armada legal para desmobilizá-los, mas o de enquadrá-los como o que são: terroristas urbanos.

http://www.sulconnection.com.br/noticias/3791/black-blocs-a-servio-do-pt-que-esto-causando-destruio-nas-ruas-deveriam-ser-enquadrados-na-lei-antiterrorismo

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Vai-te!


O Impeachment e os porcos.


Os quadros jurídicos petistas, capitaneados por José Eduardo Cardozo, estão preparando uma tentativa de salvação para Dilma Roussef, depois que ela for cassada definitivamente pelo Senado. Ele pretendem recorrer ao Supremo Tribunal Federal para pleitear a anulação do julgamento do Senado, sob a alegação de que não houve fato típico no crime de responsabilidade atribuído à Dilma, ou seja, que não houve pedaladas fiscais e que os decretos suplementares foram editados na forma da lei. 
Eles chamam esta chicana de discussão do mérito do impeachment, sobre o qual o Supremo deverá se pronunciar e, sabe-se lá, talvez decidir pela anulação do julgamento do Senado. 
Os petistas vivem, de fato, naquela espécie de realidade paralela, esquizofrênica, na qual um sofisma pedestre adquire a força de um argumento jurídico consistente, especialmente entre acadêmicos militantes de espinha encurvada. É a especialidade deles. 
No mundo real é competência exclusiva do Senado julgar um presidente da República por crime de responsabilidade, mas parece que tanto a Constituição com a Lei 1079/50 são textos relativizáveis pela interpretação destes delirantes do PT. Julgar significa decidir sobre se houve a prática do crime e quais a sanções que serão aplicadas ao seu autor, previstas na lei. Se o Senado, no caso. o tribunal próprio e exclusivo para decidir sobre a matéria, identificar o crime, assim o tipificando e se a responsabilidade é idiscutível, a presidente é cassada e ponto final. Terminará o processo com a condenação da ré, Recorrer ao STF para desfazer julgado do Senado, sob qualquer pretexto, é o mesmo que levar um recurso de um caso de homicídio para a justiça do trabalho. O STF não possui qualquer atribuição no julgamento de casos de impeachment. Ele só o conduz, por meio da presidência do julgamento, que não incide sobre o juízo de mérito.
Por isso, fica exposta a disposição dos petistas de mais uma vez tentarem emporcalhar as instituições brasileiras, assim como emporcalharam a economia, a administração pública, a gestão das estatais, a vida acadêmica e a ainda atuante mídia amestrada, que convida a todo momento, mostrengos do direito relativizado para opinarem sobre o caráter “golpista” do processo de impeachment. Mas para tudo isto há um limite. Essa corja deve ser silenciada pela verdade. Não se pode mais lidar com agitadores como se eles estivessem contribuindo para o debate. O que os petistas fazem é um trabalho de destruição sofística com a intenção de solapar os alicerces da denúncia contra Dilma Roussef na base de argumentação fantasiosa e relativista. Para eles, as pedaladas não são crime porque vale tudo no âmbito das relações de governos com bancos que ele controla. Vale atrasar e pagar quando quiser e vale escriturar o que não foi debitado;  Depois de ouvi-los tem-se a impressão de que o governo nada fez que comprometesse o sumo bem da sociedade e que tudo fez em nome do povo, mesmo que o tenha enganado, traído, manipulado e desprezado.

*Texto por Luis Milman - gaúcho de Porto Alegre, doutor em Filosofia, jornalista, professor adjunto da UFRGS e conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos 

sábado, 20 de agosto de 2016

Escolas Militares, o gemido dos medíocres.

Ora, é preciso ver o programa pedagógico desses colégios antes de sair por aí falando asneiras

O Colégio Militar foi criado por D. Pedro 2º em 1889, e mantido pela República. Durante 126 anos nunca se viu qualquer comentário sobre essas escolas. De repente, descobriram o filão – e como o descobriram? Simples, as escolas militares encabeçam a lista dos melhores desempenhos nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e isso, parece, incomodou alguns setores da nossa "educação civil". É como se o sucesso dos colégios militares causasse inveja aos colégios civis. São 12 colégios do Exército e 93 da Polícia Militar, com um total de mais de 30 mil alunos atendidos. Bastou aparecer na mídia o brilhante desempenho e já emergiram de suas tocas os pseudopedagogos de beira de estrada para criticar o sistema de ensino dos colégios militares. 
Na reportagem da Folha de São Paulo (12/8) afirma-se: o Colégio Militar "padroniza comportamentos", "inibe o questionamento" e "impede criar perspectiva de construção de identidade". Se durante mais de 100 anos foi assim, os colégios militares formaram uma multidão de alienados – que, no entanto, estão dando um show de desempenho. É, realmente, paradoxal. 
Sou professor há 42 anos e acompanhei gerações de alunos do nível médio, e assisti, com imensa tristeza, a deterioração do comportamento, o desinteresse, o aumento da violência, a impossibilidade de se aplicar disciplina mais rigorosa, e necessária, pois, hoje, o aluno já sabe, previamente, que não importa o que aconteça, ele será aprovado. Vi professores sendo agredidos, desrespeitados, às vezes humilhados, e por que não, abandonados pelos próprios órgãos que lhes deveriam dar apoio, como é o caso dos núcleos de ensino, com pareceres quase sempre favoráveis ao aluno. Ora, vendo tudo isso ao longo dos anos, a contínua corrupção (e corrosão) do ensino, com facilitações que chegam às raias do absurdo para justificar, alhures, que aqui não há repetências, e encerramos cada ano com alunos cada vez menos preparados. Como concordar? Alunos do nível médio que escrevem Brasil com z! Que nunca leem nada além de ridículos livrecos empurrados pelas grandes editoras - há um enorme contingente de alunos que chegam ao terceiro colegial sem ter lido um único autor clássico brasileiro. É uma vergonha! 
E agora vem a mídia e seus "especialistas" em educação tecer críticas ao único sistema, hoje, que atua na educação do jovem de forma global e completa. Ora, é preciso ver o programa pedagógico desses colégios antes de sair por aí falando asneiras como se fossem os arautos da melhor educação. Se fossem, o ensino não estaria essa tragédia. Sem contar o desinteresse absoluto do Estado, o mísero investimento feito pelo poder público. O verdadeiro abandono das nossas escolas. Dispensa comentários. 
Não vi entrevistas com os alunos, nem com os pais. Vi declarações, sim, de pessoas que parecem ignorar a real situação de nossas escolas. Ninguém mencionou na imprensa se os milhares de alunos desses colégios militares gostam ou não. É explícito nos regulamentos: caso o aluno não se adapte à disciplina militar, é imediatamente transferido para colégios civis. Ninguém é obrigado a estudar lá. E mais, para estudar nesses colégios, participa-se de um concurso na qual a média de candidatos chega a 22 mil! Será que é mesmo tão ruim, ou são nossos "pedagogos" que estão impregnados com as ideias "supermodernas" introduzidas na educação brasileira nos últimos anos?
*Texto de Paulo André Chenso - médico e professor em Londrina PR