domingo, 12 de novembro de 2017

A esquerda nojenta e os jovens imbecis úteis aos seus objetivos anárquicos.

Em busca de desmoralizar a família, e de resto, toda a sociedade brasileira, a esquerda arregimenta imbecis jovens para performances vergonhosas, inúteis e abjetas.

sábado, 11 de novembro de 2017

Temos que acabar com essa safadeza!

Bolsonaro 2018 para acabar com essa safadeza!

O terror vermelho

O primeiro Estado policial bolchevique se entregou às orgias de estuprar, torturar e matar.
Em agosto de 1918, uma mulher atirou e quase matou o então líder soviético, Vladimir Lênin, enquanto ele visitava uma fábrica em Moscou. O assassino era Fanya Kaplan, uma socialista descontente cujo partido político havia sido banido no início desse ano pelos comunistas bolchevistas de Lênin.
Antes de sua execução, vários dias depois do ataque a Lênin, Kaplan disse que agia sozinha, porém haviam muitos que compartilhavam suas queixas. Um ano antes, os bolcheviques rapidamente estabeleceram a ditadura do proletariado com a Revolução de outubro de 1917. Eles cederam vastos territórios à Alemanha em troca da paz e dissolveram o primeiro experimento democrático que sucedeu a queda do Império russo e a abdicação do imperador Nicolau II.
Muitos comunistas e revolucionários de esquerda que fizeram parte das revoltas do início de 1917 que culminaram na queda do czar russo e, que ajudaram na ascensão de Lênin ao poder, estavam descontentes com o comportamento do líder bolchevique.
Com o estabelecimento da ditadura marxista, os revolucionários não-bolchevistas haviam perdido sua utilidade. Após várias revoltas por uma série de grupos socialistas, e pouco antes de ser baleado por Kaplan, Lênin havia declarado que um “terror em massa” era necessário para limpar o movimento.
E o terror chegaria, não apenas sob o domínio de Lênin, mas décadas depois de sua morte na União Soviética, Europa Oriental, China, Coréia do Norte, Vietnã, Camboja, Cuba e a todos os países onde se estabeleceu o controle por um partido comunista.
Construindo o Estado policial soviético
Antes dos comunistas, os governos russos já possuíam suas próprias polícias secretas, como a temida Oprichnina do czar Ivan “o Terrível” (1530-1584), que suspeitava da aristocracia de conspirar para derrubá-lo.
E, nos dias de Lênin, salvaguardar a revolução soviética e cimentar sua ideologia violenta, caminharam de mãos dadas com o terror de Estado. Poucas semanas após a Revolução de outubro de 1917, o Partido bolchevique estabeleceu o Comitê de Emergência, mais conhecido como Cheka – a polícia secreta bolchevique.
O líder desse comitê era um ex-nobre polonês, Felix Dzerzhinsky, um homem magro e fanático que se converteu ao socialismo e depois ao comunismo em sua juventude. Com apenas algumas centenas de membros em 1917, o Cheka se expandiu rapidamente quando os bolcheviques intensificaram a guerra contra o Exército Branco — também conhecido como a Guarda Branca ou os Brancos, uma confederação dispersa de forças anticomunistas -, e encontraram crescente e violenta dissidência entre as fileiras comunistas. Dentro de dois anos, a polícia secreta bolchevique tinha cerca de 200 mil funcionários.
Quando Felix criou o Cheka, ele próprio era um bolchevique novo, pois acabará de desertar de outra facção vermelha, entretanto sua criação se tornaria uma arma permanente e infalível do regime soviético até seu colapso em O Terror Vermelho
A tentativa de assassinato a Lênin em agosto de 1918 foi um catalisador para as centenas de milhares de execuções que o Cheka realizou até o início da década de 1920.
“Defendemos o terror organizado – isso deve ser francamente admitido”, disse Felix, em julho de 1918. “O terror é uma necessidade absoluta em tempos de revolução. … Nós julgamos rapidamente. Na maioria dos casos, apenas um dia se passa entre a apreensão do criminoso e sua sentença”.
Vestidos em uniformes com casacos de couro, os agentes do Cheka seguiam os exércitos bolcheviques, agrupando os suspeitos que haviam sido capturados, incluindo os proprietários de terras, a nobreza, os empresários e até aqueles que simplesmente se encontravam vagando após o toque de recolher. Esta rotina era seguida por execuções em massa.
Já em 1924, o historiador russo, Sergei Melgunov – que escapou dos bolcheviques -, revelou em seu livro “Terror Vermelho na Rússia” (Red Terror in Russia) a matança sistemática, fornecendo documentos e fotografias. A própria Cheka divulgou relatórios anunciando orgulhosamente números parciais dos mortos. Em muitas regiões, todo crime – real ou falso – carregava uma sentença de morte.
Sobre os assassinatos, Melgunov diz: “o número de nomes publicados foi uma pequena fração da realidade. Além disso, quando os bolcheviques estavam prestes a levantar vôo em seu avião desgovernado [a revolução], eles disseram aos trabalhadores que, se eles (os trabalhadores) não se juntassem a eles, eles (os bolcheviques), ao retornar, enforcariam todos os trabalhadores que ficaram para trás em um poste de telégrafo”.
As ações da Cheka seguiam a filosofia comunista da luta de classes, o abandono da moral e da dignidade humana. Qualquer coisa que se opunha a essas ideias era contra-revolucionária. As vítimas ou os membros da família das vítimas foram muitas vezes obrigados a se despir antes de serem baleados. Outros prisioneiros foram forçados a subir em barcaças e levados para o mar, se afogando após os bolcheviques afundarem o navio.
Melgunov observa: “Em Kiev, era prática fazer os condenados prostarem-se sobre o sangue coagulado no chão antes de serem atingidos na parte de trás da cabeça ou cérebro”.
Além da execução sumária, os membros do Cheka também apreciavam tortura e estupros. Um artigo do período diz: “Torturas nesses distritos [Ekaterinodar e Kuban] são físicas e mentais. Ekaterinodar tem um método particular de sua aplicação, como segue. A vítima é colocada de costas no chão de sua cela, enquanto dois membros corpulentos do Cheka puxam sua cabeça e outros dois seus ombros, até que os músculos de seu pescoço estejam absolutamente esticados e tensionados. Então um quinto homem começa a bater no pescoço da vítima com um instrumento cego – geralmente o cano de um revólver – até que, com o pescoço inchado, o sangue comece a jorra da boca e das narinas, sofrendo uma espantosa agonia.”
As mulheres prisioneiras atraentes aos olhos dos policiais secretos eram estupradas antes de serem mortas, as mulheres dos homens condenados tentavam resgatá-los através da servidão sexual. Normalmente, os prisioneiros eram mortos de qualquer maneira.
Em algumas áreas do sul da Rússia, oficiais locais do Cheka mantinham orgias com as presas, usando eufemismos como “comunização das mulheres” ou “dias de amor livre“.
Melgunov lembra: “Uma testemunha que já citei em conexão com eventos na Criméia disse ao Tribunal de Lausanne que cada um dos marinheiros ativos naquela região possuía quatro ou cinco amantes e que, na maioria dos casos, essas pobre mulheres eram esposas de oficiais massacrados ou fugidos, uma vez que a rejeição das propostas dos marinheiros significava execução, e apenas algumas senhoras de mentalidade mais forte conseguiam reunir coragem para resolver o problema pelo suicídio”.
Um “padrão comunista de pensar e reagir”
Ao longo do tempo, a intensidade e a crueldade dos assassinatos no Terror Vermelho afetaram os carrascos do Cheka.
Melgunov escreve: “Sobre tudo, é incontestável dizer que por um tempo os hospitais psiquiátricos da Rússia registraram um grande número de casos de uma doença que se tornou conhecida como “demência do executor”, devido à sua tendência de levar os pacientes a um remorso intenso pelas vítimas (reais ou imaginárias) do derramamento de sangue, causando alucinações angustiantes”.
Mas para o regime comunista, matar tornou-se uma ferramenta valiosa para manter a população na linha. Depois que Lênin morreu em 1924, o Cheka foi renomeado várias vezes, mas servindo a mesma função. Joseph Stalin, que substituiu Lênin e continuou a ditadura comunista, saudou Felix como “um cavaleiro devoto do proletariado” com a morte deste último em 1926.
A repressão política na União Soviética alcançaria seu auge sob Stalin e a série de purgas conhecida como o “Grande Terror”. Centenas de milhares de vítimas seriam os compatriotas poloneses de Felix.
Em 1919, Lênin teria feito uma visita secreta a Ivan Pavlov, um psicólogo famoso por seus experimentos com treinamento de estímulos condicionados em cães. Segundo o historiador britânico Orlando Figes, o líder soviético disse: “Quero que as massas da Rússia sigam um padrão comunista de pensar e reagir”.
“Quer dizer que você gostaria de padronizar a população da Rússia? Fazendo com que todos se comportem do mesmo jeito?”, perguntou Pavlov surpreso.
“Exatamente”, disse Lenin. “O homem pode ser corrigido. O homem pode se tornar o que queremos que ele seja”.
Estima-se que o comunismo tenha matado mais de 100 milhões de pessoas, mas seus crimes não foram totalmente compilados e sua ideologia ainda persiste.
1991.

*Graça dgferraz [resistencia-democratica] resistencia-democratica@yahoogrupos.com.br


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Comunismo e religião

A União Soviética foi o primeiro estado a ter como objetivo ideológico e prático a eliminação da religião — ou, em outras palavras, o extermínio físico de pessoas religiosas. Com o decreto de Lenine de 20 de janeiro de 1918, deu-se início à estatização das propriedades eclesiásticas: igrejas, catedrais, capelas, pátios das igrejas e todos os edifícios pertencentes a igrejas foram espoliados e saqueados, e todos os itens valiosos (ouro, prata, platina, quadros, ícones, artefatos históricos) foram ou roubados por comunistas ou vendidos ao Ocidente via burocratas do governo, simpatizantes comunistas, e até mesmo viajantes simpatizantes do regime, como o magnata americano Armand Hammer, que conheceu Lenine em 1921.
Ser religioso na União Soviética quase sempre significava uma sentença de morte. O objetivo era o monopólio completo e absoluto do estado sobre as idéias e o espírito das pessoas. E a maneira de fazer isso era por meio da imposição de uma religião secular, o socialismo. Praticamente todos os clérigos e milhões de devotos de todas as religiões tradicionais foram ou fuzilados ou enviados para campos de trabalhos forçados. Seminários foram fechados e publicações religiosas, proibidas.
O marxismo-leninismo almejava ser um socialismo científico, capaz de apresentar a explicação universal para a natureza, a vida e a sociedade. No entanto, quaisquer desvios em relação a esta ideologia, especialmente o uso de métodos da tradicional ciência “burguesa”, eram punidos com morte. A perseguição aos cientistas não alinhados — que deu origem ao lysenkoismo — acabou se degenerando em um verdadeiro genocídio da classe. E a ciência russa, que até então havia prosperado aceleradamente, entrou em rápido declínio.

* Via resistencia-democratica@yahoogrupos.com.br


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Os idiotas úteis do comunismo

Há uns meses fomos assistir a peça "A Plenos Pulmões", que pretendia contar a história do poeta russo Vladimir Mayakovsky, conhecido como "poeta da revolução". 100 anos depois e com a perspectiva de quem viu o comunismo falhar fragorosamente depois de assassinar milhões de inocentes, eu esperava algum tom crítico, mas o que vi foi a exaltação da revolução russa de 1917 e a romantização do morticínio pelos dois atores no palco, com direito até a um "FORA TEMER" no fim.


A ironia é que dois mil intelectuais, acadêmicos e artistas soviéticos foram presos durante os expurgos do final dos anos 30, sendo que mais de 1500 deles morreram nas prisões e nos campos de concentração. O próprio Mayakovsky é uma vítima tardia do regime que ele ajudou a glorificar através de sua poesia, suicidando-se com um tiro no peito após cair em descrédito com o regime e depois de sucessivas críticas da Associação Russa dos Escritores Proletários.



E, a partir de hoje, o Cinema da USP apresentará uma mostra com 13 filmes celebrando os 100 anos da Revolução. Quem faz e assiste esse tipo de festival é gente como o rapaz da foto, que não vê contradição entre envergar uma camiseta com o símbolo do regime que matou 20 milhões de pessoas em tempos de paz, ao mesmo tempo em que pontifica sobre "direitos humanos". 



"A revolução é como Cronos: ela sempre devora seus filhos". Quem disse isso foi Pierre Vergniaud, revolucionário francês. Advogado e deputado, defendeu na Assembléia os perpetradores do massacre de Avignon, em que revolucionários lincharam dezenas de conservadores rurais da região de Carpentras, que desejavam permanecer fiéis ao papado. Girondino, foi guilhotinado pelos jacobinos em 1793, sob a acusação de ser "moderado demais".



Pelo menos fica o alento: toda essa beautiful people esquerdista leite com pera, esses atores, atrizes, poetas, músicos e estudantes, seriam os primeiros a levar uma bala na cabeça, na hipótese de vitória da Revolução. E puxando o gatilho estariam seus próprios correligionários. 
São os próprios idiotas úteis.



terça-feira, 7 de novembro de 2017

Globalismo e o fim da liberdade


Dia desses Diogo Mainardi, do site O Antagonista, disse que havia "desistido" da Folha de São Paulo. Vou muito mais além. Há muito tempo desisti de todos os veículos da grande mídia. Visito os sites da dita "grande mídia" por razões profissionais, nunca para me "informar" no sentido estrito deste vocábulo. 
Com o advento da internet, das redes sociais, blogs e sites independentes a busca pela informação se diversificou. Os veículos da grande mídia têm evidentemente todo um aparato técnico e tecnológico, além de equipe de profissionais que lhes conferem a capacidade de cobertura global em cima das ocorrências em qualquer ponto do planeta.
No que respeita a eventos como catástrofes climáticas, descobertas científicas e fatos correlatos os mega veículos de mídia evidentemente são imbatíveis. Mas quando entra o componente político essas empresas de comunicação passam a operar no movediço lodaçal da desinformação, porquanto escamoteiam sempre o que é essencial. A leitura do fato político pelo jornalismo deste século XXI descura sempre o que interessa. E por que isso acontece? Ora, porque nem sempre o acontecimento político corresponde à narrativa pré-estabelecida pelo dogma ideológico esquerdista. Em decorrência disso todo o noticiário e análises políticas formulados por jornalistas da grande imprensa não são apenas capengas, são mentirosos e vão mais além, constituindo pura doutrinação ideológica, lavagem cerebral coletiva, sendo a televisão - ainda - o veículo de mídia mais poderoso e que forma o grosso da opinião pública em nível global.
Tanto é que os fatos mais importantes em nível político são eliminados, minimizados ou edulcorados com uma interpretação que não corresponde à realidade. É o que em inglês é identificado como "media bias", termo muito empregado atualmente nos Estados Unidos durante a campanha presidencial, que significa "mídia de viés" ou "mídia partidarizada" ou ainda tendenciosa e/ou parcial. 
Toda a grande imprensa nacional e internacional constitui a "media bias". Isso fica tão evidente que quando esses veículos de comunicação por alguma razão abordam a realidade dos fatos viralizam nas redes sociais. 
Um dos assuntos políticos mais importantes da atualidade que é escamoteado de forma criminosa pela grande mídia é o debate sobre o que se conceitua como "globalismo". Tenho me referido a isso aqui no blog de forma frequente porque o assunto é importante. Tão importante que os jornalistas fingem desconhecer, afinal o "globalismo" nada tem a ver com a "globalização" e pode significar um totalitarismo sem precedente que fará picadinho da Civilização Ocidental. 
Trocando em miúdos, o "globalismo" é um movimento político de abrangência global que prevê o desmanche das fronteiras ou, no máximo, ajuntar grupos de nações em blocos, como a União Européia, o Mercosul e correlatos, que seriam administrados por uma espécie de governo global dirigido por mega empresários e suas corporações. Se a "globalização" é benéfica em nível econômico, o "globalismo" é letal em termos políticos porque fere de morte a liberdade.
Em grande medida o foco das propostas do candidato Donald Trump é contra o "globalismo". Aliás, é dos poucos políticos que se referem a essa ameaça à civilização ocidental. Nem um mísero jornalista da grande mídia nacional e internacional e o grosso dos políticos e ditos intelectuais, são capazes de se referir a isso embora seja tema obrigatório em qualquer análise e/ou debate político. O maior antagonismo a Trump é justamente por causa disso, por ele se constituir numa ameaça concreta ao diabólico projeto de desmanche da civilização ocidental e da destruição da liberdade individual.

* Por Aluisio Amorim

domingo, 5 de novembro de 2017

O primeiro plano de exterminação de raça pela cor da pele.

Um plano sórdido
O Plano Kalergi é um plano genocida desenvolvido em 1923 pelo político mestiço Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi e por seus parceiros maçons, precursores da União Europeia, para destruir a Europa e exterminar a raça branca, através da imigração de negros, asiáticos, mestiços americanos, ameríndios e muçulmanos para misturar racialmente, produzindo, de acordo com suas "próprias expectativas", uma raça mista passiva, dócil, previsível e manipulada, de carácter e inteligência inferior sobre o que poderia governar a elite aristocrática para sempre, pois este povo inferior seria incapaz de se organizar para se rebelar, e até perceber que eles são dominados.
Este plano, estabelecido em 28 teses, é inspirado na do controle humano sobre os animais da fazenda, que segundo as suas palavras, devido à sua menor inteligência não podem se rebelar.
O Plano Kalergi almejava desde seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos socialistas marxistas internacionais primeiramente na Europa e depois em todo o mundo. 
O plano do suposto Conde baseava-se em um utópico racismo judaico e apoiava-se em uma “raça superior ” (Herrenrasse). 
O conceito de “raça superior”, o qual é erroneamente postulado pela atual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos socialistas marxistas internacionais pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre” também é utilizado freqüentemente. Como meio de alcançar este império mundial dos socialistas marxistas internacionais, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, a eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.
Para tornar a Europa dominável pelos socialistas marxistas internacionais, Kalergi quer transformar os homogêneos povos europeus em uma raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio dos socialistas marxistas internacionais.

sábado, 4 de novembro de 2017

Ex-líder de investimentos de George Soros participou de esquema com “tráfico, estupro e eletrocutamento de seres humanos”

De acordo com o Daily Mail, Howard Rubin, de 62 anos participou de um esquema chamado Liar’s Poker, que fazia tráfico de pessoas, que eram aprisionadas, estupradas e eletrocutadas.
O detalhe é que Howard Rubin atuou por muito tempo como gerente líder de investimentos para o magnata George Soros, um dos maiores financiadores da esquerda pelo mundo.
Howard Rubin, de 62 anos, é acusado de estupro contra três mulheres, duas das quais eram coelhinhas da Playboy.
Rubin fazia uso de locais secretos onde aprisionava suas vítimas, fazendo uso de brinquedos sexuais, máscaras e artefatos de sadomasoquismo.
Duas das vítimas disseram que ele as avisava: “Vou estuprá-la como eu fiz com minha filha”. Uma das mulheres foi agredida com tamanha força que seu implante de seios “estourou”.

Na época, ele pagou 5,000 dólares a cada vítima, para que ficassem caladas. Rubin ainda não se pronunciou sobre as acusações. Ele é casado desde os anos 80 com sua ex-aluna Mary Henry. O casal possui três filhos.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Se livre da esquerda Temer!

O presidente Michel Temer exonerou nessa quarta-feira a chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Presidência da República, Flavia Piovesan. A portaria com a exoneração foi publicada hoje, segundo informa o website Família Sempre. Flavia Piovesan é ativista de causas globalistas de esquerda, como a legalização do aborto e defensora da agenda favorável à ideologia de gênero. Sua nomeação para o cargo foi uma das inúmeras concessões à esquerda por parte do governo de Michel Temer. 

A ativista passará a fazer parte agora de uma certa Comissão Interamericana de Direitos Humanos, um órgão globalista de âmbito regional empenhado na tentativa de impor a agenda esquerdista-globalista aos países do continente americano. Com a vacância do cargo, cabe agora aos grupos de pressão conservadores e de direita adotar uma estratégia inteligente para pressionar o presidente Michel Temer, para que este nomeie para a Secretaria um nome que não esteja ligado à agenda política e ideológica da esquerda.

Marcola, o cinismo de um bandido.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Socialismo e morte

O socialismo mata o individuo por dentro. Mata a vontade de ser maior, mata a vontade de criar, de superar e de competir, mata a riqueza que não é criada quando alguém decide usar seu intelecto para ser um servidor estatal estabilizado que arquiva fichas e recebe o salário máximo possível, salário esse estorquido do trabalhador via CLT que produziu.
Quantos inventores e empreendedores perdemos todos os dias? Quantos tiveram sua auto-estima arruinada pela filosofia do altruísmo acima de tudo? Quantos tem vergonha de sua felicidade e riqueza pois outros não a tem, levados a culpa constante por atos e circunstâncias que não são sua responsabilidade? O brasileiro nunca vai ser um rico porque aqui é proibido ser próspero, além da inveja, persegue quem deu certo para "ajudar" quem não produz.

*MARCIO MATARAZZO

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Como se "rouba" e se "gasta" dinheiro público neste país!

“Não há nada mais fácil que gastar dinheiro público, parece que não pertence a ninguém”. Frase do ex-presidente americano Calvin Coolidge pronunciada em 1929. Frase muito inteligente e esclarecedora mas que para o Brasil de hoje merecia uma pequena modificação; ao inves de “gastar” a palavra mais certa seria “ROUBAR”. Os canis de Brasília continuam em guerra declarada, é um cachorro querendo morder o outro, espero que todos estejam com o Rhabdovirus (vírus da raiva canina), assim o produtor cinematográfico Quentim Tarantino terá um excelente roteiro para filmar uma super produção e à qual poderá dar o título de “Política Tupiniquim”, onde a seu gosto, restarão poucos sobreviventes.
* Texto por Humberto de Luna Freire Filho, médico

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A Pseudo-arte ideológica.

Em 9 de agosto de 1898, o pai de Gramsci foi preso sob a acusação de peculato, concussão e falsidade ideológica e, em 27 de outubro de 1900, foi condenado à pena mínima de 5 anos, 8 meses e 22 dias de cadeia. Sua origem já poderia dizer muito de quem se tornaria o homem que influenciou centenas de cabeças no Brasil, para mudar nossa origem judaico-cristã, nosso direito romano e filosofia grega.
A Revolução foi silenciosa e muito inteligente, próspera. Funcionou e continuará atuando por décadas. Com ela, o baile funk, a lei Rouanet, o feminismo que prega a igualdade de direitos entre homens e mulheres, mas que na prática transforma as mulheres em objetos não só sexuais como nos diminuem com cotas, como se precisássemos delas para sermos o que somos.
Não somos melhores nem piores do que os homens. Somos diferentes. O feminismo veio com tanta força que o "mimimi" é cada vez mais entoado como se isso fosse sinônimo de força. Pobre delas que não enxergam que estão se subutilizando, subestimando, subjugando.
Agora, como mães , estão tentando nos enganar, estão tirando a inocência de nossas crianças e as mães que não aceitarem este jogo gramisciano, estão "fora de moda". Os globaixxx já estão aderindo, artistas, políticos. Mas porquê? Se no Brasil somos uma maioria de conservadores, porque estamos deixando que isso aconteça?
É simples. Porque estamos trabalhando, alimentando nossos filhos, cuidando de nosso lar, ocupados com nossos amigos, amizades verdadeiras. Não estamos gastando nosso dinheiro com maconha e pensando em como chocar cada vez mais a sociedade.
Eu sempre fui ótima aluna, nunca precisei estudar para passar nas provas. Comecei a trabalhar na 8ª série, saía do colégio direto para o trabalho, no shopping, e lá ficava até 22h, quando minha mãe me buscava, chegava em casa, fazia brigadeiros para vender na escola e tirar uma grana extra.
Aos 17 anos passei em 16º lugar para Arquitetura na Universidade Federal de Uberlândia. Sempre desenhei muito bem e uma psicóloga amiga disse que eu levava jeito, após teste psicotécnico (que furada), para ser Arquiteta. Dos 25 alunos, 23 tinham tendências homossexuais e faziam questão de tentar me levar para o mesmo caminho. Professores fumavam maconha com os alunos.
Na primeira viagem com a turma, para Brasília, um professor me ofereceu maconha "para poder dormir melhor", me ofereciam garotas de todos os tipos, até que eu apelei um dia e disse que meu negócio era "benga" mesmo, uma expressão muito utilizada por mineiros. Eu os aceitava como eram, porque não podiam me aceitar como eu sou? Depois vieram as preferências pela arte clássica. Meus projetos eram todos anteriores à Arte Moderna ou Contemporânea e eu perdia pontos por isso.
Fiz uma vez uma pintura do Fórum de Uberlândia, ficou perfeito, pareciam fotografias feitas por observação ao ar livre, mas levou um 10 o aluno que esticou uma meia calça, prendeu com grampos e pregos e jogou tinta por cima. Pensei: "uma criança de 6 anos pode fazer isso, não há qualquer talento aplicado, não há técnicas de difícil aprendizagem, assim como enfiar uma vela acesa na bunda, ficar pelado no meio de uma sala ou escrever palavras de baixo calão em hóstias.
E não sou só eu, uma reles crítica de política, ex estudante de arquitetura que digo, o Dr João Borzino, médico clínico sexologista e terapeuta sexual, que afirmou: "Crianças estimuladas e tocar em homens nus (...) aquilo é absolutamente errado, (...) aquilo faz mal para as crianças, a sexualidade infantil está em gestação nas crianças e deve ser respeitados os momentos e as fases das crianças para que elas desenvolvam uma sexualidade e uma afetividade, que uma coisa não está ligada à outra, saudável. Para isso, existe uma sequência de colocações adequadas, referentes à cada fase da criança, desde bebezinho. Se houver uma interferência negativa, ou seja, uma criança tocando o corpo de um homem nu, desconhecido, o que traz para nós que não são crianças de algo para igual igual, da mesma idade se reconhecendo, existe uma disparidade, que vai levar a consequências ansiosas, culpas que não têm ainda um aparato afetivo já bem estruturado, para interpretar este tipo de situação de forma amena ou natural. Não! Na cabeça dela, isso vai levar a um transtorno de vários graus, desde os transtornos ansiosos, depressivos ou desvios de objeto na sexualidade".
Cuidado mães e pais!! Estão lhes enganando, patrocinados com o dinheiro de seus impostos. Arrastarão seus filhos a estas exposições de pseudo-artes. Não deixem, não se calem!!!
Estou cansada, há muito tempo, destes pseudo-artistas. Eles só sobrevivem graças à lei Rouanet ou lavagem de dinheiro de grandes bancos ou entidades.
O brasileiro não pode ficar mudo diante desta comiseração de nossa capacidade artística, não queiram comparar os nus de Michelangelo com estas taradices disfarçadas.


* Texto por Carla Zambelli - Movimento NasRuas

domingo, 8 de outubro de 2017

A legítima Intervenção contra os Donos do Poder

Dez anos atrás, quem cogitava sobre a possibilidade de Intervenção (Militar, Constitucional, Institucional ou Civil) era chamado de “maluco” ou “golpista”. A crise estrutural do Estado-Ladrão brasileiro se agravou tanto que, atualmente, o assunto apavora 11 entre 10 investidores no mercado financeiro e assusta 13 entre 13 políticos corruptos. A instabilidade política tende a aumentar, mesmo que a economia ensaie mais um habitual voo de galinha.
A Intervenção, não importa de qual formato e modalidade, é inevitável. Não existe outro remédio democrático para impedir a hegemonia criminosa que alimenta a guerra de todos contra todos os poderes. O caos se agrava graças a uma Constituição “interventora” que permite conflitantes e diferentes interpretações. A Carta de 1988 se desmoralizou. Precisa ser substituída por uma nova - mais liberal, enxuta e definidora de princípios. É nisso que a sociedade brasileira tem obrigação de focar sua atenção.
O Brasil tem que mudar. A irresponsabilidade da esquerda – em sua versão social-democrata tucana ou comunistóide petralha, em parceria com os cínicos governistas do PMDB, PP e DEM – escancarou para todo mundo e desmoralizou o regime Capimunista e Interventor do Estado-Ladrão. O aspecto ruim é o estrago material e cultural que o Crime Institucionalizado causou. O lado “bom” é que o caos consolidou na maioria das pessoas a vontade por mudanças urgentes. Daí a popularidade da tese da “intervenção”.
Bandidos profissionais e analistas ideológicos amadores se borram com a ideia da “Intervenção Militar”. Eles aproveitam a falsa noção de “ditadura militar” – consolidada pela mídia e por ideólogos de canhota no imaginário dos brasileiros – para dar faniquitos. Os militares não querem e não darão golpe. Mas os Generais não aceitam mais a evolução da anarquia e da corrupção. Por isso, porta-vozes credenciados, como o General Mourão, o General Pujol, e o General Villas-Bôas mandam recados democráticos ao Judiciário – que as bichonas amedrontadas interpretam como “ameaça de golpe”.
Em recente artigo no Estadão, o General de Divisão na reserva, Luiz Eduardo da Rocha Paiva, rompeu, claramente, com todos os mitos acerca da natureza do intervencionismo: “A intervenção militar será legítima e justificável, mesmo sem amparo legal, caso o agravamento da crise política, econômica, social e moral resulte na falência dos Poderes da União, seguida de grave instabilidade institucional com risco de guerra civil, ruptura da unidade política, quebra do regime democrático e perda de soberania pelo Estado. Esse processo revolucionário já foi propugnado, publicamente, por líderes de movimentos pseudossociais e políticos de ideologia socialista radical, todos investindo constantemente na divisão da sociedade”.
Rocha Paiva acrescenta: “Em tal quadro de anomia, as Forças Armadas tomarão a iniciativa para recuperar a estabilidade no País, neutralizando forças adversas, pacificando a sociedade, assegurando a sobrevivência da Nação, preservando a democracia e restabelecendo a autoridade do Estado após livrá-lo das lideranças deletérias. São ações inerentes às missões constitucionais de defesa da Pátria, não restrita aos conflitos externos, e de garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem”.
Vale repetir por 13 x 13: A Intervenção é inevitável, inadiável e imprescindível. Não tenham dúvidas de que a Intervenção Constitucional acontecerá no momento exato em que as pré-condições estiverem consolidadas ou se a violência e a insegurança criminosas saírem do controle.
A revolta individual do brasileiro é contra o Estado-Ladrão. A máquina estatal fascista, nos municípios, nos estados e na União, é a inimiga de todos. É esta máquina que já promove uma “Intervenção Criminosa”. A sociedade já reage para impor a legítima Intervenção Constitucional. Os donos do poder que se preparem, porque vão sentir a ira popular.
E não adianta tentar censurar o povo, como tentou aquele deputado que serviu de laranja para a fascistagem... A verdade se impõe...

sábado, 30 de setembro de 2017

A esquerda quer desmoralizar a família e a sociedade.

O estrago que a mentalidade revolucionária causa na sociedade é imensurável e, muitas vezes, irreversível.
A cínica nota do MAM sobre o degradante incentivo à uma criança tocar um homem nu sob o pretexto de que a "perfomance" não tem nada de erótico é, já pelo título da mesma, desmontada imediatamente. " La Bête" é o título de um famoso filme erótico francês da década de 70 e tanto o curador do Museu quanto o autor daquela aberração devem, ou deveriam, saber disso.
Também sabem que estão usando de forma leviana a obra " Bicho", de Lygia Clarck, para justificarem o crime ( vou repetir pois é inacreditável ) de incentivarem uma criança a tocar um homem completamente nu.
Entre a obra de Clarck citada e bulir num humano pelado há um abismo de diferença que nem o maior esforço possível de relativização será capaz de desfazer. O fato do pelado estar segurando um origami não é o suficiente para dizer que é uma releitura da instalação do final da década de 60. Também sabem disso, repito.
Mas para a mente revolucionária nada disso importa. 
Nem a lógica, nem os fatos e muito menos as consequências de seus atos. 
Então, cabe a nós resistirmos à essa fúria impiedosa que avança, a passos largos, rumo à destruição da Civilização e de todos os seus valores.

A propósito, o Conselho Tutelar já notificou a mãe da criança e o Museu?
É urgente que o faça.
A degradação e o horror nadam de braçada.

·       *Texto por Michele Prado

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

A arte que a esquerda quer difundir:Até quando a sociedade permitirá?




























SEJAMOS HONESTOS: ISTO É ARTE???
Leiamos o texto de Adriano Soares da Costa :
A pedofilia começa com a naturalização de certas "expressões artísticas". E como há pais cretinos que se deixam intimidar pelo politicamente correto e querem, por autoafirmação, se mostrar "descolados", "cool"!!!! Veja aí o que é arte!!! A foto... a genitália do "artista" para que você... veja o ato libidinoso, porém as crianças podem ver o cara nu normalmente...
...
Isso aí: tudo é cultural, tudo pode ser ressignificado, tudo pode ser aceito...
A pedofilia será o próximo passo a ser naturalizado. Já começou. Daqui a pouco a Rede Globo lança uma propaganda com o nome "RESPEITO", mandando que você aceite a pedofilia como expressão do amor...

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Afinal qual é a do Dallagnol?

O procurador esteve em encontro, em "petit comitê",na residência de Caetano Veloso e mais um grupo de esquerdistas "militantes". Parece-me que ele fora de bom grado e muito satisfeito pelo convite.
Ele pode até ter sido imparcial, até aqui, e até torcemos que ele continue assim, mas que a esquerda aproveita os seus anseios políticos e já começa a tentar "amaciá-lo"...ou não tenho dúvidas...Ou eu estaria errado?

sábado, 23 de setembro de 2017

Um governo trapalhão.

Romero Jucá deu entrevista ao Estadão e disse que a segunda denúncia da PGR contra Michel Temer, “sem pé nem cabeça”, vai atrapalhar a tramitação da reforma da Previdência.
Também criticou Rodrigo Janot, que tenta “atrapalhar o Brasil” –mesmo já sendo página virada na Procuradoria-Geral da República.
É muita gente tentando atrapalhar um governo que já se atrapalha sozinho.

* Via O Antagonista.

A Justiça não é cega.


justica.jpg
Por Renzo Sansoni

A esquerda está destruindo o Brasil. Precisamos reconstruir as vias do progresso.

A BR 319 a rodovia que liga Manaus a Porto Velho (870 km) foi construída e pavimentada na década de 70 pelo governo militar. 
Após isso o desenvolvimento e o progresso do Brasil foi severamente prejudicado por sucessivos governos de esquerda, até subir o PT ao poder. Essa rodovia também ficou totalmente prejudicada e abandonada. Agora parece que está havendo crescente e forte pressão para que essa rodovia e outras rodovias como BR 163 que liga Cuiba(MT) a Santarem (PA) seja integralmente restaurada.
  

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Rússia: uma economia “africana” que sonha com a URSS deitada sobre 7.000 bombas atômicas.


Alimentação insuficiente e abuso de álcool diminuiu a expectativa de vida

Segundo avaliação do jornal espanhol“El Mundo”, a Rússia é uma superpotência militar com uma economia terceiro-mundista. 
A Rússia está muito aquém da Espanha, pois tem o mesmo PIB (Produto Interior Bruto) e o triplo de população. Em outros termos, a renda per capita russa é um terço da espanhola.
Mais ainda, o PIB nominal per capita do Brasil – US$ 11.387 – está acima do russo: US$ 9.054. (Fonte: Brasil, WikipediaRússia, Wikipedia).  
Como as perspectivas econômicas russas são as piores, o jornal lhe aplica pejorativamente o carimbo de “país do Terceiro Mundo”.
Exporta petróleo, gás natural e mais algumas matérias-primas, mas tem que importar todo o resto, porque não produz quase nada. É o esquema de uma economia de país pobre, diz o jornal.
A exceção são as exportações de material militar, em grande parte destinadas a antigos clientes da União Soviética, cujos exércitos só conhecem o armamento russo.
Mas esses compradores são cada vez menos confiáveis e se interessam sempre menos pelas antigualhas russas malgrado as melhorias cosméticas. 
A expectativa média de vida na Rússia (62-77 anos para os homens) é mais baixa que a da Bolívia (67-91 anos), com a diferença de que a população boliviana cresce dinamicamente, enquanto a russa diminui. 
A perspectiva russa, segundo a ONU, é de 24 milhões de habitantes a menos em 2100, enquanto a perspectiva da população boliviana nessa data beira um aumento aproximado de 600%. Confira: World Population Prospects 


Entrementes, não se entende por que a comunidade internacional ainda aceita a Rússia como uma grande potência econômica.
Só uma esclerosada visão da realidade russa poderia explicar essa crença, talvez influenciada por uma simpatia ideológica atávica ou alguma saudade do socialismo da URSS que continua sob Putin. 
Se Moscou influencia hoje o mundo é por causa do fascínio psicológico do sonho da URSS.
Ele se perpetua no Ocidente, ainda governado por partidos socialistas e manipulado por uma mídia cujos grandes títulos vão se fechando um a um porque descolados das respectivas opiniões públicas.
Outro dos poucos índices de grandeza que a Rússia ainda exibe é o mastodôntico aparato de defesa, espionagem, repressão e segurança em que Vladimir Putin fez carreira, e sem o qual o dono do Kremlin não duraria muito.
Fora disso, praticamente nada, martela “El Mundo”. A economia está militarizada, as receitas do país são etéreas como o gás que exporta e se evaporaram com a queda da cotação internacional do petróleo.
Talvez fosse mais apropriado comparar os dados macroeconômicos russos com certas economias africanas em vias de desenvolvimento – embora a Rússia não forneça muitos sinais de crescimento –, armadas até os dentes, com um ditador ferozmente agarrado ao poder e em pé de beligerância contra os vizinhos de etnia (de ideologia, no caso russo) diferente. 



O míssil Iskander (SS-26 para a NATO) de curto alcance pode levar cabeças nucleares.A Rússia gasta desproporcionalmente em armas.

Eriçada de nacionalismo anticapitalista e antiocidental, amargurada pelo fracasso da utopia de domínio universal soviético e com uma economia humilhantemente depauperada, a Rússia – que detém 7.000 bombas atômicas – é claramente um perigo, observa “El Mundo”.
Esse é um coquetel de fatores, por certo nada atraente, que explicaria a crença na Rússia-potência: um efeito do medo.
O jeito certo seria reformar a economia para sair da decadência. Mas para o Kremlin isso equivale a reconhecer que não é grande potência.
Se Moscou adequar suas forças armadas às dimensões reais do país, a ideologia oficial e o modelo econômico ainda sovietizado não seriam mais sustentáveis. 
Com a cornucópia petrolífera, Vladimir Putin tentou que a Rússia crescesse anualmente 4% a 6%.


Hiper-nacionalista, saudosista da URSS, admirador de Stalin,acuado pela crise econômica, Putin dispõe de 7.000 bombas atômicas.

A alta cotação internacional do petróleo engrossou as caixas do Estado e alimentou uma fabulosa corrupção em todos os níveis. O país vivia de importados até que a bolha furou. 
O Estado distribuia indústrias em concessões e/ou monopólios para uma Nomenklatura de privilegiados oriundos unicamente do entorno de Vladimir Putin, que durarão em função de sua fidelidade ao líder e temerão sempre cair em desgraça. 
Com os ingressos rareando, o presidente e sua Nomenklatura seguiram esbanjado para manter cidades e instalações pesadas antieconômicas da era soviética para alimentar altas percentagens de popularidade.
Mas agora a torneira fechou, o petroestado ficou com a roupa do corpo.
Os capitais de estrangeiros e de magnatas putinistas levantaram voo, a moeda nacional espatifou-se, a invasão da Ucrânia cerceou ainda mais as entradas e multiplicou as despesas. 
Eis a Rússia, empobrecida, humilhada, acuada e agressiva. 
No fim, só resta o nacionalismo saudosista da URSS e 7.000 bombas atômicas.
Para o Ocidente, que acreditou na “queda do comunismo”, sobrou um pesadelo ameaçador.
E ele é chefiado por um coronel formado na KGB, admirador de Stalin e disposto a tudo para restaurar a grandeza material do império dos sovietes.

Luis DufaurEscritor, jornalista,conferencista depolítica internacional,do IPCO,webmaster de diversos blogs

Trump ameaça aniquilar completamente Coreia do Norte no seu 1º discurso à ONU.

TIMOTHY A. CLARY / AFP
O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa na 72ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York. 
NOVA YORK — Em seu discurso na 72ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente dos EUA, Donald Trump, adotou um duro tom para ameaçar a Coreia do Norte, dizendo que poderia aniquilar completamente o país asiático se não vir alternativa. Além disso, condenou nações que apoiam o regime de Pyongyang com fornecimento financeiro ou de armas, num pedido para que a comunidade internacional se una para isolá-lo. Chamando o líder norte-coreano Kim Jong-un de "Homem Foguete" — no mesmo apelido de deboche que já usara nas últimas semanas —, disse que o único futuro possível é a desnuclearização para a Coreia do Norte . 

— O desenvolvimento inconsequente pela Coreia do Norte de armas nucleares e mísseis balísticos ameaça o mundo todo — disse. — Os EUA têm grande força e paciência, mas se for forçado a defender a si mesmo ou a seus aliados, não teremos alternativa a não ser aniquilar completamente a Coreia do Norte. É hora de a Coreia do Norte perceber que a desnuclearização é o único futuro aceitável. 

Trump ainda agradeceu a China e Rússia pelos votos em favor de um novo pacote de sanções contra os norte-coreanos no Conselho de Segurança da ONU. E, em tom nada diplomático, voltou a debochar de Kim: 

— O Homem Foguete está numa missão suicida para ele e seu regime — disse Trump. 

Em seu discurso, também criticou duramente o acordo nuclear do Irã, a que chamou de "um embaraço para os EUA", e sinalizou que o tratado não deverá ser revalidado. Pediu que o governo iraniano liberte cidadãos americanos e de outros países injustamente presos. 

LUTA CONTRA O TERROR E VENEZUELA

Trump pediu apoio à luta contra o terror e disse que os países deveriam expulsar os terroristas — a quem chamou de "perdedores" — de seus territórios. O presidente afirmou que em oito meses de governo realizou mais ações contra o Estado Islâmico do que o governo anterior de Barack Obama. Também defendeu uma solução política na Síria e no Iraque. 

— Os EUA e seus aliados vão esmagar os "terroristas perdedores" e parar o crescimento do terror. 

O presidente relembrou o ataque químico em abril na Síria e acusou o regime de Bashar al-Assad de atacar seu próprio povo. Trump ainda afirmou que foi por isso que os EUA atacaram uma base aérea síria, por ter lançado gás químico contra a cidade rebelde de Khan Sheikhun. 

Trump também criticou fortemente o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que, segundo ele, lutou contra seu próprio povo e tomou o poder daqueles que foram eleitos, se referindo à Assembleia Constituinte em vigor no país, que ocupou o lugar do Parlamento. O presidente americano foi aplaudido quando defendeu a volta da democracia na Venezuela. 

— Não podemos esperar e assistir. Como um vizinho responsável e amigo, meu objetivo é reconquistar a liberdade, recuperar o país e reestabelecer a democracia. Agradeço aos países que condenaram o regime e apoiam os venezuelanos. 
                    *Por O Globo / Agências Internacionais

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

A razão do General Mourão e do Zezé de Camargo.

O General de Exército na ativa Antônio Hamilton Martins Mourão tem todo direito de exercer sua liberdade de expressão e manifestar a defesa da Intervenção Constitucional, se o Judiciário fracassar na tarefa de livrar as instituições do domínio do crime. O militar não pode ser punido por ter dito uma verdade que apavora corruptos e a pretensa intelectualidade esquerdista que não sabe que a Democracia é a Segurança do Direito, através do exercício da razão republicana.
O General Mourão, em nenhum momento, pregou “golpe militar” – como alguns idiotas inúteis e canalhas confessos o vêm acusando. Na palestra fechada, restrita aos membros de uma loja maçônica em Brasília, em nenhum momento o membro do Alto Comando do Exército pregou o “retorno de um governo dos militares”. O Diretor de Economia e Finanças da Força Terrestre apenas admitiu que a Intervenção Constitucional é uma hipótese concreta e estudada pelos militares, caso o Judiciário não consiga resolver “o problema político”.
É ilegal, ilegítimo e imprevidente que Mourão sofra qualquer punição. O ministro da Defesa, Raul Jungman, soltou ontem uma nota esquisita, falando que foram discutidas “medidas cabíveis a serem tomadas”. O Comandante do Exército, Eduardo Villas-Bôas, ainda não emitiu qualquer comentário público sobre a delicada situação. Em tese, pela legislação em vigor, Mourão só poderia fazer uma manifestação com autorização expressa do Comando da Força. Se Mourão, que é maçom, fez a palestra e falou o que tinha de ser dito é porque, subliminarmente, a opinião dele reflete a do Alto Comando militar.
Uma “crise militar” é tudo que o Presidente Michel Temer menos deseja. Ainda mais mexendo com Mourão que é um dos comandantes militares mais populares nas redes sociais. O General ganhou fama ao ser punido, em 2015, quando “ordens superiores” lhe tiraram do Comando Militar do Sul por ter criticado a classe política corrupta e defendido uma “luta patriótica” a favor do Brasil. Mourão também havia dado autorização a um quartel gaúcho para homenagear o falecido Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra – a quem Mourão foi subordinado e do qual era grande amigo pessoal.
Ao ter respondido a uma pergunta sobre “Intervenção Militar” na palestra dada na Maçonaria, Mourão pode ter refletido apenas sua opinião pessoal e não a da maioria do Alto Comando do Exército. No entanto, a sinceridade, a coragem e a honestidade intelectual dele ganharam repercussão com a divulgação, nas redes sociais, do vídeo do evento. Uma eventual punição a Mourão só vai reverberar a visão de Mourão nos meios militares e na sociedade civil organizada que defende o que é chamado imprecisamente, no popular, de “Intervenção Militar”.
A regra é clara! Militares não farão qualquer intervenção, por iniciativa deles próprios, a não ser que o Brasil mergulhe em uma guerra civil declarada que os obrigue a agir em conformidade no que está previsto no artigo 142 da Constituição. O máximo que pode acontecer, na realidade, é que o Poder Militar, convocado por algum dos outros poderes, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, promova alguma ação pontual. Ou, então, que os militares dêem total respaldo a uma ação legítima do povo em uma legítima, legal e inédita “Intervenção Constitucional”.
Os militares não têm projeto de governar o Brasil – conforme ocorreu entre 1964 e 1985. No entanto, já cansaram de afirmar publicamente que não abrem mão do papel estratégico de colaborar na formulação de um Projeto Estratégico para a Nação. O problema é que a maioria dos políticos não deseja isto. A politicagem está mais focada em se locupletar com o dinheiro e as vantagens públicas, defendendo-se das tsunâmicas acusações de corrupção.
Se Mourão for punido agora, estará criado o “mártir” político perfeito para influenciar na sucessão presidencial de 2018 e catalizar o desejo de muitos brasileiros favoráveis às intervenções: a Militar (improvável, por alguma “quartelada”) e a Institucional/Constitucional (em maturação, um processo irreversível, a partir da mobilização e vontade dos setores organizados da sociedade).
Antes de ferrar o General, uma perguntinha: Será que algum “intelectual” terá coragem (ou cara de pau) de pedir punição para Zezé de Camargo? O ex-cabo eleitoral da campanha de Lula em 2002 é um defensor da intervenção militar. Em recente entrevista à jornalista Leda Nagle, na revista Quem, Camargo detonou: “Nós não vivíamos uma ditadura”. Vivíamos um militarismo vigiado”.
Correta ou não tão exata, a visão do ídolo sertanejo reflete o senso comum que vai se tornando hegemônico na maioria da sociedade brasileira que se considera vítima da insegurança, gerada pela combinação da corrupção com a violência que consagra a impunidade.  
Resumindo: O General Mourão e o cantor sertanejo apenas reproduziram o senso comum, com o peso da autoridade de um militar do Alto do Exército. A maioria das pessoas não aguanta mais tanta roubalheira que acaba impune por falha do sistema judiciário (incluindo o Ministério Público).
Só a galera que afana e deixa roubar milhões não quer ver o tsunami em andamento. Ninguém suporta mais o domínio do crime sobre a vida das pessoas no Brasil. Só uma inédita Intervenção Constitucional pode promover profundas mudanças estruturais no Esta
O General de Exército na ativa Antônio Hamilton Martins Mourão tem todo direito de exercer sua liberdade de expressão e manifestar a defesa da Intervenção Constitucional, se o Judiciário fracassar na tarefa de livrar as instituições do domínio do crime. O militar não pode ser punido por ter dito uma verdade que apavora corruptos e a pretensa intelectualidade esquerdista que não sabe que a Democracia é a Segurança do Direito, através do exercício da razão republicana.
O General Mourão, em nenhum momento, pregou “golpe militar” – como alguns idiotas inúteis e canalhas confessos o vêm acusando. Na palestra fechada, restrita aos membros de uma loja maçônica em Brasília, em nenhum momento o membro do Alto Comando do Exército pregou o “retorno de um governo dos militares”. O Diretor de Economia e Finanças da Força Terrestre apenas admitiu que a Intervenção Constitucional é uma hipótese concreta e estudada pelos militares, caso o Judiciário não consiga resolver “o problema político”.
É ilegal, ilegítimo e imprevidente que Mourão sofra qualquer punição. O ministro da Defesa, Raul Jungman, soltou ontem uma nota esquisita, falando que foram discutidas “medidas cabíveis a serem tomadas”. O Comandante do Exército, Eduardo Villas-Bôas, ainda não emitiu qualquer comentário público sobre a delicada situação. Em tese, pela legislação em vigor, Mourão só poderia fazer uma manifestação com autorização expressa do Comando da Força. Se Mourão, que é maçom, fez a palestra e falou o que tinha de ser dito é porque, subliminarmente, a opinião dele reflete a do Alto Comando militar.
Uma “crise militar” é tudo que o Presidente Michel Temer menos deseja. Ainda mais mexendo com Mourão que é um dos comandantes militares mais populares nas redes sociais. O General ganhou fama ao ser punido, em 2015, quando “ordens superiores” lhe tiraram do Comando Militar do Sul por ter criticado a classe política corrupta e defendido uma “luta patriótica” a favor do Brasil. Mourão também havia dado autorização a um quartel gaúcho para homenagear o falecido Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra – a quem Mourão foi subordinado e do qual era grande amigo pessoal.
Ao ter respondido a uma pergunta sobre “Intervenção Militar” na palestra dada na Maçonaria, Mourão pode ter refletido apenas sua opinião pessoal e não a da maioria do Alto Comando do Exército. No entanto, a sinceridade, a coragem e a honestidade intelectual dele ganharam repercussão com a divulgação, nas redes sociais, do vídeo do evento. Uma eventual punição a Mourão só vai reverberar a visão de Mourão nos meios militares e na sociedade civil organizada que defende o que é chamado imprecisamente, no popular, de “Intervenção Militar”.
A regra é clara! Militares não farão qualquer intervenção, por iniciativa deles próprios, a não ser que o Brasil mergulhe em uma guerra civil declarada que os obrigue a agir em conformidade no que está previsto no artigo 142 da Constituição. O máximo que pode acontecer, na realidade, é que o Poder Militar, convocado por algum dos outros poderes, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, promova alguma ação pontual. Ou, então, que os militares dêem total respaldo a uma ação legítima do povo em uma legítima, legal e inédita “Intervenção Constitucional”.
Os militares não têm projeto de governar o Brasil – conforme ocorreu entre 1964 e 1985. No entanto, já cansaram de afirmar publicamente que não abrem mão do papel estratégico de colaborar na formulação de um Projeto Estratégico para a Nação. O problema é que a maioria dos políticos não deseja isto. A politicagem está mais focada em se locupletar com o dinheiro e as vantagens públicas, defendendo-se das tsunâmicas acusações de corrupção.
Se Mourão for punido agora, estará criado o “mártir” político perfeito para influenciar na sucessão presidencial de 2018 e catalizar o desejo de muitos brasileiros favoráveis às intervenções: a Militar (improvável, por alguma “quartelada”) e a Institucional/Constitucional (em maturação, um processo irreversível, a partir da mobilização e vontade dos setores organizados da sociedade).
Antes de ferrar o General, uma perguntinha: Será que algum “intelectual” terá coragem (ou cara de pau) de pedir punição para Zezé de Camargo? O ex-cabo eleitoral da campanha de Lula em 2002 é um defensor da intervenção militar. Em recente entrevista à jornalista Leda Nagle, na revista Quem, Camargo detonou: “Nós não vivíamos uma ditadura”. Vivíamos um militarismo vigiado”.
Correta ou não tão exata, a visão do ídolo sertanejo reflete o senso comum que vai se tornando hegemônico na maioria da sociedade brasileira que se considera vítima da insegurança, gerada pela combinação da corrupção com a violência que consagra a impunidade.  
Resumindo: O General Mourão e o cantor sertanejo apenas reproduziram o senso comum, com o peso da autoridade de um militar do Alto do Exército. A maioria das pessoas não aguanta mais tanta roubalheira que acaba impune por falha do sistema judiciário (incluindo o Ministério Público).
Só a galera que afana e deixa roubar milhões não quer ver o tsunami em andamento. Ninguém suporta mais o domínio do crime sobre a vida das pessoas no Brasil. Só uma inédita Intervenção Constitucional pode promover profundas mudanças estruturais no Estado-Ladrão brasileiro. E os militares, dizendo ou não, querendo ou não, terão de ajudar neste trabalho, ou acabarão derrotados pelo Poder Criminoso.
Assim, antes de punir o General, cabe uma outra perguntinha indefensável ao Ministro da Defesa: Por que você não cuida da “guerra civil” na favela da Rocinha, em vez de ficar perdendo tempo com o que o Mourão falou no (inexistente) segredo de uma Loja maçônica?
Mourão, Zezé de Camargo e tantos outros brasileiros que desejam uma “intervenção” contra o Crime Institucionalizado estão absolutamente com a razão...