sábado, 29 de julho de 2017

Veja quando Diogo Mainardi desmoralizou Lula no Programa do Jô.

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O esquerdismo “nem-nem”.

Até que ponto o crescimento das ideologias de esquerda, tanto no mundo, quanto no Brasil, nas suas mais variadas versões (na régua ideológica: ultraesquerdaesquerda e centro-esquerda), e do surgimento daideologia da juventude NEM-NEM (jovens que não estudam nem trabalham), estariam relacionados entre si?  Até que ponto as invasões migratórias dos países ricos por populações mais pobres de outros países estariam acontecendo por iniciativa e coordenação das esquerdas?  

A matéria é delicada e as fontes de pesquisa raras. Para que melhor se compreenda o raciocínio, o fenômeno mundial das migrações externas em massa de gente de diversas nacionalidades, com destino a países mais ricos, integrará a discussão. Onde essa situação mais se acentuou foi na migração de expresivos contingentes populacionais do mundo islâmico, tanto para os países mais desenvolvidos da Europa, quanto para os Estados Unidos.  Nesse exato sentido,  o Presidente Donald Trump  está encontrando muita dificuldade para restringir e regulamentar  tais migrações , que considera prejudiciais ao povo do país que governa, devido àjá parcial esquerdização e islamização desse país, incrementadas  fortemente nos Governos  do seu antecessor  Barack Obama, que aparelhou as instituições públicas americanas nessa direção, com muitadedicação.                                                                                                                                              
Quanto aos recentes acontecimentos na Europa, a imprensa nem tem mais espaço para noticiar todos os horrores que diariamente estão acontecendo, especialmente na Alemanha e França, onde os islâmicos praticamente já tomaram conta, agindo como se donos fossem desses países. Mas o pior de tudo é que essas práticas estão sendo incentivadas e mesmo patrocinadas pelo esquerdismo escancarado que foi implementado   tanto na UNIÃO EUROPÉIA, quanto na ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS-ONU. Por isso deve-se compreender perfeitamente as razões da saída do Reino Unido (Brexit) da União Europeia, que tomou essa medida para evitar sua própria contaminação do terrorismo que já assolou seus parceiros da UE.

Não há como fugir da conclusão que o DNA que move o esquerdismo dentro dos países se identifica com o DNA que regula as migrações tanto internas quanto externas, invariavelmente de populações de regiões ou países menos desenvolvidos para regiões ou países mais desenvolvidos.  Dito fenômeno marca presença especial em alguns países, fortemente no Brasil, onde as migrações internas também têm como principal característica o abandono de regiões mais pobres em busca de regiões mais ricas e desenvolvidas. No Brasil esse fenômeno corre frouxo, e jamais funcionaria com tanta velocidade sem o patrocínio e incentivo dos governos. Dessa política absurda emerge que o assalto migratório ilimitado de regiões mais pobres sobre regiões e cidades mais ricas, paulatinamente está invertendo o comando dessas cidades, onde os seus naturais, que construíram toda a riqueza existente, são forçados a ceder seus direitos para esses alienígenasinvasores.  São Paulo é quem mais sofre com essa situação. Não é mais o paulista quem manda em S. Paulo, porém outros, que inclusive são decisivos nas escolhas dos políticos eleitos. Isso seria sinal de liberdadeou esculhambação mesmo? Estaria se respeitando os direitos dos locais?

casa-da-mão-Joana é conhecida como aquela onde todos mandam, sem qualquer organização, onde cada um faz o que bem entende. Está sempre aberta para qualquer um entrar. Ninguém, por livre consentimento, admitiria morar numa casa desse tipo. Ora, é evidente que a cidade, o estado e o próprio país são extensões do próprio lar. Por consequência essas unidades político-administrativas também não poderiam ser transformados em casas-da-mãe-Joana, como foram e continuam sendo. Mas infelizmente no mundo e particularmente no Brasil a política é essa. Portanto os próprios países, sob patrocínio da ONU, foram transformados em típicas casas-da-mãe-Joana. O mesmo acontece internamente no Brasil, com as suas cidades, regiões e estados não possuindo quaisquer poderes para legislar sobre os seus próprios interesses, inclusive sobre migração. Por aí se vê a grande mentira que é a propalada autonomia constitucional dos Estados e Municípios na (pseudo) federação brasileira. O Brasil é um Estado-Unitário, não federativo. A Constituição mente. E descaradamente.

Interessantíssimo é observar que a juventude nem-nem predominantemente tem vocação ideológica de esquerda. Mas parece que essa característica vai bem mais longe. As populações carentes que migram de países mais pobres para países mais ricos provavelmente chegaram a essa situação devido ao mesmo fatornem-nem, não obtendo vidas estáveis nos seus países de origem por não gostarem ou não terem aptidões para trabalhar ou estudar. Ninguém migra de um país para outro quando tem estabilidade social e econômica na origem. Resumidamente, é gente que não deu certo nos seus próprios países. Será que eles seriam diferentes e somariam nos outros países pelos quais optaram migrar, coincidentemente ricos? Por que não migram para regiões também pobres?  Teriam que trabalhar para construir? Eis a questão.

A título de mero recheio, a população de jovens nem-nem cresceu no Brasil em 2015 para 22,5 % (Síntese de Indicadores Sociais-SIS-2016-IBGE), coincidente com o aumento do esquerdismo e ideologias similares.

O que se torna claro é que esse migrantes forçados pelas más condições das suas vidas nos países de origem nada ou pouco fizeram para construção dos seus próprios países. E de si mesmos. Que moral teria essa gente para migrar para países já organizados, desenvolvidos e ricos, construídos exclusivamente pelos respectivos povos? Isso não se configura apropriação de bens alheios?

Essa vocação seria tão somente usufruir da obra dos outros?  Não de construir para si próprio e para o coletivo?  Teria mais sabor a riqueza dos outros do que as próprias? Por que não fizeram isso nos seus países de origem? Mas me permito colocar no mesmo saco das esquerdas classificadas lá no início, tanto o socialismo em si, quanto o comunismo, o marxismo, o gramscismo, o fabianismo, a social-democracia, e todas as suas ramificações.

A ironia de toda essa situação é que especialmente os radicais esquerdopatas têm como principal característica a guerra declarada contra o capital. Porém esquecem que o capitalista, titular do capital, também trabalha, e geralmente bastante, mais que a maioria dos seus subordinados. Todavia os nem-nemparecem estar vendo no capital um concorrente desleal, que ocupa o espaço que eles mesmos queriam ter. Mas a diferença está em que o concorrente desleal faz jus ao que ganha porque trabalha, e muito. Enquanto isso, os nem-nem só querem usufruir da riqueza dos outros. Por coincidência, essa dinâmica éigual à IDEOLOGIA DO LADRÃO, que habitualmente rouba ou furta para bem-viver, sem que a sua consciência seja abalada. Qual a palavra que melhor definiria a situação de quem não estuda, não trabalha, nem se interessa por nada disso, preferindo só reclamar, fazer-se de vítima do sistema, criticar e usufruir do que outros construíram? A palavra é uma só: V-A-G-A-B-U-N-D-A-G-E-M !!!

* Texto por Sérgio Alves de Oliveira / Advogado e Sociólogo
        

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Brasil e o mundo respiram: fantasma da morte verde saiu pela porta.


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         O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo.
O pesadelo uma massiva redistribuição das riquezas planetárias, que tal vez só Marx imaginou nos horizontes fumacentos de sua futurologia, e o estabelecimento de um superpoder planetário anarco-tribalista radical foi adiado.
Queira Deus que seja para sempre sepultado.
Tinha um nome e era “Acordo de Paris”. Os EUA caíram fora. Sem eles vai ser difícil que a esmagadora canga verde seja carregada por muitos países que assinaram com um pé atrás.
O “acordo de Paris” poderá sobreviver no limbo da papelada da ONU que o mundo venera mas arquiva. Foi o caso do histórico precedente do Protocolo de Kyoto.
O Brasil só tem a comemorar. As esquerdas e grande parte do mundo político enleado em investigações, processos e até prisões berraram ao uníssono contra a decisão americana. Mas logo a seguir terão que cuidar de seus problemas pessoais.
O País ficou, porém, com sua parte da canga do “acordo de Paris”, uma das piores heranças do governo de Dilma Rousseff. 
Os proprietários agrícolas brasileiros estão ameaçados de ter que pagar por volta de 40 bilhões de dólares de seu próprio bolso para se adequar às exigências do  acordo. 
O volume a pagar ainda está sendo discutido. A única coisa certa é que esse é apenas o primeiro de uma enxurrada de controles e opressões que poderão vir em decorrência do acordo. 
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Acordo de Paris' reuniu 'todos os revoltados da Terra" contra a atitude de Trump.


Esperamos que na terra de Nossa Senhora Aparecida também prevaleça o bom senso e a justiça. Que a tempestade seja afastada como nos EUA.
Uma boa metade dos americanos tinham fortes razões para achar que o acordo parisiense é péssimo. Em pequenas cidades comemoraram nas ruas a saída do acordo como se fosse uma Copa do Mundo, segundo informou o “The New York Times”. 
Pois acham que esse Acordo foi mal negociado pela administração Obama. Sem dúvida foi um péssimo negócio, mas não faltou habilidade nos negociadores obamistas. Até sobrou para esconder o que verdadeiramente estava sendo cozinhado.
Se houve um negócio desastroso foi por causa de uma ideologia comuno-anarquista que sonha extinguir a nossa organização civilizacional e retroagir o mundo a um estado utópico sonhado por Marx e radicalizado pela Teologia da Libertação.
De acordo com um estudo da NERA Economic Consulting cujos dados teriam sido ouvidos pelo presidente Trump, atender aos compromissos assumidos por Obama no Acordo de Paris custaria à economia dos EUA cerca de US$ 3 trilhões nas próximas décadas.
Custo socialmente mais devastador teria sido a perda até 2040 de 6,5 milhões de empregos no setor industrial (inclui 3,1 milhões de empregos do setor manufatureiro). 
As milhares de folhas assinadas em Paris, como já tivemos ocasião de tratar neste blog, tem um viés faccioso contra os países que respeitam, bem ou mal, a propriedade privada e a livre iniciativa.

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A China duplica EUA na emissão dos gases proibidos, mas é a heroína do clima! Os EUA que está reduzindo as emissões é o 'vilão'! Gráfico do "The New York Times". O acordo exibe uma incompreensível condescendência com os países socialistas ou comunistas.


Esses – é o caso eminente da China – poderiam desrespeitar o acordo à vontade. Enquanto o látego ambientalista do “acordo de Paris” cairia sobre as economias livres.
A China teria “passe livre” para poluir, produzir gazes estufa, CO2, etc., etc. E ainda há quem a apresente como a heroína líder dos salvadores do planeta ameaçado pelo bicho papão do “aquecimento global”. 
O jornal “The New York Times”, contrário à decisão do presidente Trump, publicou elucidativos quadros estatísticos. 
Esses mostram que as emissões condenadas que causariam o “aquecimento global” estão crescendo em ritmo vertiginoso na China!!! 
O mesmo gráfico mostra que os EUA (e as economias desenvolvidas) estão diminuindo gradual e estavelmente suas emissões, equivalendo em números absolutos à metade do que emite a heroína chinesa da salvação do globo. 
O CO2 não tem nada de ruim. Pelo contrário é altamente positivo e indispensável. Ele está no ponto de partida da vida na Terra. 
Porém, para tentar tranquilizar a agitação verde-vermelha, os EUA e os países industrializados aplicaram programas para reduzir a produção humana de CO2.
Então desde 2006, as emissões americanas de CO2 diminuíram 12%, e espera-se que continuem a fazê-lo. Mas mesmo assim os EUA seguem sendo o diabo. No mesmo período, a China multiplicou suas emissões de modo alucinado. Mas é vermelha comunista, então tudo bom!
Além da devastação na máquina produtiva americana, a administração Obama comprometeu US$ 3 bilhões no Fundo Climático Verde que deveria reunir US$ 100 bilhões em 2020, e como início de conversa.



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Momento em queTrump, corajosamente, anuncia saída do malfadado"acordo de Paris".

Esse Fundo será destinado a promover energias e formas econômicas alternativas no planeta. Leia-se vai ser o grande financiador das ONGs e projetos socialistas ambientalistas que infernizarão a vida dos homens que querem trabalhar e produzir racionalmente. 
Também, dizem os países africanos, servirá para impedir que eles saiam do subdesenvolvimento com o pretexto de não cair nos “males” da civilização ocidental, ou do (para eles) malfadado progresso.
Para acréscimo de ridículo, numerosos estudos feitos por altos cientistas, como, por exemplo, do Massachusetts Institute of Technology – MITse todos os requisitos do acordo de Paris fossem cumpridos à risca pelos países assinantes, o impacto sobre o clima seria insignificante!!!
As metas estipuladas, se atingidas, poderiam reduzir o aumento da temperatura global em menos de 0,2 graus Celsius em 2100. Uma ninharia, até para os verdes mais moderados, com um custo mastodôntico que estimulará a miserabilização dos homens.
Nos 130.000 anos dos quais se tem registros científicos, a natureza já demonstrou que pode aquecer ou esfriar muito mais do que isso sem intervenção do homem, que nestas matérias é inexpressivamente pequena.
O que visa a revolução ambientalista não é esse absurdo material. Mas a utopia comuno-tribalista anti-civilização e anti-cristianismo.
Por isso, os homens de bem, hoje comemoram.

domingo, 16 de julho de 2017

Lasier conclui relatório que moraliza uso do cartão corporativo.

Está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça o relatório do senador Lasier Martins (PSD-RS) favorável ao projeto que reforça o rigor no uso de cartões corporativos pelo governo federal. O PLS 84/2016 fixa limites e faz divulgação online dos gastos. O texto também proíbe saques e acréscimos a valores comprovados de despesas. Atualmente inexiste restrição, dando margem a abusos. 
O senador mandou dizer ao editor que o uso dos cartões corporativos é abusivo, citando este dado:
- Entre 2003 e 2015 os pagamentos com cartões corporativos alcançaram R$ 615 milhões, 95% dos quais com despesas sigilosas.          
Pela proposta, nome e matrícula do portador do cartão serão identificados na internet, bem como data e montante do gasto. O total das despesas no exercício será publicado, mensalmente, por unidade gestora. O projeto também limita o valor da compra de produtos e serviços por órgão a pouco mais de R$ 6 mil mês. 

·         *Via polibiobraga

sábado, 15 de julho de 2017

Lula e Temer entram na História do país sob o manto da corrupção


O Brasil vive hoje momento inédito em sua História. Um ex-presidente da República acaba de ser condenado por corrupção passiva e o atual está sendo investigado também por corrupção. As dúvidas que pairam no ar nos dois casos são: O Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4) irá confirmar a condenação de Lula e ele se tornará inelegível? Quando isto irá acontecer? Ou nada disso acontecerá? Todo Brasil quer saber, tanto os que apoiam o líder petista como os que lhes são contrários. Uma enorme quantidade de juízes poderá ser chamada a interferir no assunto, num total de 14. Os magistrados da 8ª Turma do TRF-4 têm fama de terem a mão bastante pesada, principalmente em casos de corrupção, destacando-se o desembargador Gebran Neto relator do processo da Operação Lava-Jato do TRF-4 por ser bastante rigoroso, com elevado índice de pareceres recomendando a condenação dos réus.
Além desses, também a 8ª Turma do Superior Tribunal de Justiça tem mais ministro para participar do processo. Quanto ao presidente Michel Temer, a situação aparenta ser mais tranquila porque na 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) estão os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Gilmar Mendes, com o ministro Edson Fachin como relator, onde tudo pode acontecer pelo que já se conhece de alguns deles. Seja qual for o resultado final de tudo isso, mesmo com Lula podendo concorrer em 2018, a biografia dos dois terá sempre como primeiro capitulo as acusações de corrupção.   

domingo, 9 de julho de 2017

O constrangedor retorno de Aécio Neves.




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O discurso de Aécio Neves na sua volta ao Senado, após o afastamento de 46 dias, foi anunciado como uma volta triunfal. 
Mas o desfecho foi o anticlímax. Nada de plenário lotado para prestigiá-lo, muito menos claque nas galerias para aplaudi-lo, nem mesmo discursos acalorados da oposição questionando as palavras do senador. Aécio Neves discursou para apenas 10 colegas, nem todos os senadores tucanos foram dar-lhe força e os adversários políticos nem se deram ao trabalho de rebatê-lo. 
Foi tratado como "cachorro morto" pelos colegas. Quanto ao teor do pronunciamento muito blablablá sobre ter sido vítima de uma "armação" e um único pedido de desculpas, pelos palavrões que falou ao telefone, nas conversas gravadas pela Polícia Federal. Foi constrangedor.  

sábado, 1 de julho de 2017

14 pontos desconhecidos sobre os índios brasileiros.

Eles não dormem em ocas, aproveitam a eletricidade e falam português. Dados revelados pelo IBGE mostram o retrato do índio brasileiro hoje (Marco Prates, "Revista Exame", 10-8-12).
A mais atualizada pesquisa sobre a população indígena do Brasil, divulgada pelo IBGE, mostra números que revelam um panorama bem diferente do que os portugueses encontraram aqui em 1500.
Mais de um terço dos índios vive em áreas urbanas e quase ninguém dorme dentro de ocas ou malocas. Alguns se declaram índios, mas não sabem a que etnia pertencem.
Confira abaixo os destaques das informações obtidas a partir do Censo 2010:
1) Existem 896,9 mil indígenas no País.
Em 1500, estimativas de historiadores é de que esse número seria de até cinco milhões.
2) Um em cada três vive em áreas urbanas
O IBGE descobriu que 36,2% da população indígena reside em área urbana e 63,8% na área rural. Entre as regiões, o maior contingente fica na região Norte, com 342,8 mil indígenas, e o menor no Sul, com 78,8 mil.
3) O português domina
Dos indígenas com cinco anos ou mais de idade, 37,4% falam uma língua indígena, enquanto 76,9% falam português. Fora das terras demarcadas em todo o território nacional, somente 12,7% falam alguma língua indígena.
Entre aqueles com mais de 50 anos de idade dentro das terras demarcadas, quase 98% não falam português.
4) Quase 80 mil deles não se declaram índios
Pela primeira vez, o IBGE contou não somente as pessoas que se declararam indígenas, mas também as que, apesar de viverem em áreas demarcadas e se considerarem indígenas em termos de tradições e costumes, declaravam-se de outra cor ou raça. 78,9 mil indígenas foram contados assim, sendo que 70% desses se declaravam pardos.
5) São 305 etnias que falam 274 línguas
Pela primeira vez, o IBGE contabilizou estes números.
6) Parte deles não sabe a que etnia pertence
Exatos 147,2 mil índios (16,4%) não souberam dizer a que etnia pertenciam. Outros 6% não declararam.
7) Eles detê m 1/8 do território brasileiro
O território demarcado está dividido em 505 terras identificadas, que totalizam 106,7 milhões de hectares (12,5% do Brasil), concentrados na Amazônia Legal. Dessas, 291 têm populações em que vivem entre cem e mil índios.
8) Os Tikúna são os mais numerosos
Com 6,8% do total de índios (46,1 mil), os Tikúna constituem a etnia mais numerosa do País, seguidos pelos da etnia Guarani Kaiowá, com 43,4 mil. Considerando os que vivem em uma mesma terra, porém, a liderança é dos Yanomámis, que totalizam 25,7 mil pessoas em área nos estados do Amazonas e Roraima.
9) População jovem
No Brasil, 22,1% da populaç ão em geral tem entre 0 e 14 anos. Já na população indígena, quase metade (45%) tem esta idade.
10) Mais da metade deles não ganha nada
Quando se trata de rendimentos, 52,9% dos índios não recebem nada, proporção ainda maior nas áreas rurais (65,7%). O IBGE ressalta, no entanto, que esta informação é de difícil mensuração, pois muitos trabalhos são feitos coletivamente e a relação com a terra tem enorme significado, sem a noção de propriedade privada.
Na região Norte, por exemplo, 92,6%, das pessoas indígenas de 10 anos ou mais recebiam até um salário mínimo ou não tinham rendimentos.
11) Quem mora em oca ou maloca é minoria
Pr edominam as casas. Somente 12,6% dos domicílios são constituídos por "ocas ou malocas", que não são muito comuns nem nas terras indígenas, onde representam apenas 2,9% de todos os domicílios das 505 terras. Em 58,7% desses locais, elas não foram nem sequer observadas.
12) Três em cada quatro deles são alfabetizados
Entre 2000 e 2010, a taxa de alfabetização dos indígenas com 15 anos ou mais de idade (em português e/ou no idioma indígena) passou de 73,9% para 76,7%. Hoje, o índice nacional, considerando índios e não índios, é de 90,4%.
13) Sem registro
A proporção de indígenas com registro de nascimento (67,8%) é menor que a de não indígenas (98,4%).
14) Apenas 10% deles vivem no escuro
A energia elétrica de companhia distribuidora ou outras fontes, dentro das terras indígenas, chega a 70,1% dos domicílios. Considerando o total de terras indígenas, apenas 10,3% não tinham qualquer tipo de energia elétrica.